sábado, setembro 30, 2017

Terra Sigillata


MÁRIO CLÁUDIO
capa e ilust. Carlos Ferreiro

Lisboa, 1982
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição
17,5 cm x 15,3 cm
44 págs.
capa impressa a negro no verso de cartolina duplex, sobrecapa a três cores directas sobre papel tipo kraft
miolo impresso a sépia sobre semi-cartolina amarelo mostarda
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral e Pedro Mexia acabaram de atribuir ao seu amigo Rui Manuel Pinto Barbot Costa (nasc. 1941), dito Mário Cláudio, o literário Prémio D. Dinis com dinheiro da Fundação da Casa de Mateus... O habitual.

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telemóvel: 919 746 089


Amadeo


MÁRIO CLÁUDIO
capa de Armando Alves
sobrecapa do gabinete editorial da I.N.–C.M.

Lisboa, 1985
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
2.ª edição
24 cm x 15,1 cm
128 págs. + 8 págs. (preto e branco) em extra-texto + 12 págs. (cor) em extra-texto
ilustrado em separado
capa impressa a duas cores directas, sobrecapa polícroma
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia acerca do pintor Amadeo Sousa Cardoso.

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sexta-feira, setembro 29, 2017

A Viagem dos Sabores | A Voyage Around Tastes


RUI ROCHA
trad. Helena Luísa Barbas
notas institucionais de Simonetta Luz Afonso e de António Manuel Hespanha
grafismo de TVM Designers

Lisboa, 1998
Edições Inapa
1.ª edição
bilingue português – inglês
30,9 cm x 24,5 cm (álbum)
208 págs.
subtítulo: Ensaio sobre a história da alimentação (séculos IX-XIX) seguido de 100 receitas em que vários mundos se encontram | An essay on the history of alimentation (9-19th centuries) followed by 100 recipes in which different worlds meet
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior mate
exemplar como novo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicado no âmbito da Expo ’98 para figurar no Pavilhão de Portugal, este magnífico livro do falecido jornalista Rui Rocha abre assim:
«A revolução alimentar provocada pelas novas espécies vindas da América para a Eurásia a partir de 1492 é espantosa: não só, ou nem tanto, pelas consequências demográficas induzidas pela importação de plantas de elevados rendimentos e capacidade nutritiva, mas sobretudo pelo modo como elas se introduziram nos estereótipos culturais. [...]»

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quinta-feira, setembro 21, 2017

Academia dos Jogos



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1806
Na Impressão Regia
s.i. [1.ª edição]
tomo V
14,5 cm x 10,1 cm
2 págs. + 194 págs. + 1 folha em extra-texto (tabuleiro do jogo das damas) + 1 desdobrável em extra-texto (peças do jogo do dominó)
subtítulo: Que trata do Voltarete, do Mediator, do Whist, do Boston, do Brelan, do Cassino, da Banca, das Damas, do Xadres, do Dominó, do Gamão, do Passo de Roma, e de outros muitos Jogos de Cartas, e de Dados
ilustrado
encadernação coeva inteira em pele com gravação a ouro na lombada
exemplar estimado, fêstos frágeis; miolo limpo, últimas páginas manchadas no canto superior direito
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Do Desafio á Debandada


CARLOS MALHEIROS DIAS

Lisboa, 1912
Livraria Classica de A. M. Teixeira & C.ia
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
18,5 cm x 11,4 cm
[8 págs. + 336 págs.] + 386 págs.
subtítulos: I – O Pesadêlo; II – Chéque ao Rei...
impressos sobre papel avergoado
cartonagem editorial com gravação a ouro nas lombadas
exemplares muito estimados; miolo limpo
ambos os volumes ostentam o ex-libris de Francisco J. Martins
ostentam nos frontispícios a assinatura de posse do ex-ministro dos Assuntos Sociais, o falecido médico C[arlos Matos Chaves Mascarenhas de] Macedo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Constituem este livro as correspondencias que entre os mezes de abril e outubro deste mesmo anno [1912] escrevemos para o grande jornal brasileiro “Correio Paulistano”» – assim abre Malheiro Dias (1875-1941) o seu ante-prólogo, contextualizando os acontecimentos históricos (a contra-revolução monárquica) que a sua extensa obra vai relatar. – «Abrangem ellas o periodo emocionante inaugurado pela conspiração monarchica da Galliza com o repto de Paiva Couceiro e epilogado pelo seu mallogro na dabandada do Gerez. [...]
Cremos que este depoimento, embora imperfeito, tem o merito de consentir ao leitor entrevêr o que, em dias ainda distantes, será a Historia da Fundação da Republica, quando a escreva um historiador já por completo insensivel ás humanas paixões dos contemporaneos.
Lisongeamo-nos de haver obtido na analyse dos sucessos a previsão rigorosa do seu encadeamento. [...]»

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Do Desafio á Debandada (I e II) [junto com] Zona de Tufões



CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912 / Paris, Lisboa, Rio de Janeiro, S. Paulo, Bello Horizonte, 1912
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Ct.ª / Aillaud, Alves & Cia. – Francisco Alves & Cia.
1.ª edição
3 volumes (completo)
[19,3 cm x 11,3 cm] + [18,8 cm x 12 cm]
[8 págs. + 336 págs.] + [4 págs. + 386 págs.] + [2 págs. + 598 págs.]
subtítulos: I – O Pesadêlo; II – Chéque ao Rei...
exemplares manuseados mas aceitáveis, com ocasionais restauros na lombada do terceiro volume; miolo limpo
assinaturas de posse nos frontispícios dos dois primeiros volumes, o último volume ostenta colados no verso da capa ex-libris de Guilherme Felgueiras e de Telmo Mouta Felgueiras
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, setembro 20, 2017

Tempo e Poesia



EDUARDO LOURENÇO

Porto, Dezembro de 1974
Editorial Inova
1.ª edição (em livro)
19,5 cm x 14 cm
312 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de importantes reflexões, que andavam dispersas por jornais e revistas, algumas estas de absoluta raridade como a Árvore ou a Tetracórnio, ou mesmo o jornal Europa, e cuja importância não deixa de ser admirável num filósofo não alinhado pelos cânones da época da sua formação intelectual, quando o ditado oficial português mais não produzia que superstições messiânicas e marianistas.

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O Eterno Contorno



FERNANDO GANDRA
pref. Eduardo Lourenço
capa de Vera Pinto

Lisboa, 1997
frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
152 págs.
subtítulo: Do Outro e do Mesmo
exemplar novo
10,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da longa nota introdutória de Eduardo Lourenço:
«[...] A sua [de Fernando Gandra] paixão – esta série de ensaios que tomam por vezes o aspecto e são um “diário singular” – aliás é a esse título que merece até ou impõe ao leitor o seu poder de o provocar – enraíza numa consciência muito aguda da “hipocrisia” do discurso dominante e é em função dela e contra ela que formula o seu. [...] Poucas “democracias reais” resistiriam a sua proposição de uma “satisfação democratizada do desejo...” Ou àquilo que ele chama “socialização do belo e do bom”, que não são para Fernando Gandra conceitos de essência “grega” mas valores ou fins inseparáveis da “desordem das paixões”. [...]»

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Caranguejo


RUBEN A.

Coimbra, 1954
Coimbra Editora
1.ª edição
19,8 cm x 14 cm
272 págs. [deliberadamente não numeradas, visto que o texto se desenvolve ao inverso, do capítulo XX para o primeiro]
exemplar bem conservado; miolo limpo
é o n.º 46 de uma tiragem declarada de apenas 250 exemplares assinados pelo Autor
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A JOÃO VILLARET
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Primeiro livro de ficção do Autor, passou na altura quase sob um pesado silêncio, que uma peça tão extravagante só poderia suscitar. Apenas o escritor António Quadros dele deu notícia na imprensa periódica, aliás relacionando-o com influências nacionais dignas de nota, como A Engomadeira ou Nome de Guerra, de Almada Negreiros, e com o primeiro Húmus de Raul Brandão.

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O Outro Que Era Eu

RUBEN A.
capa de Ângelo [de Sousa]

Lisboa, 1966
Livraria Portugal
1.ª edição
21,5 cm x 15,1 cm
136 págs.
exemplar muito estimado, miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apenas um apontamento genérico acerca das obras de Ruben A. inscrito por Óscar Lopes / António José Saraiva na História da Literatura Portuguesa (Porto Editora / Livraria Arnado / Emp. Lit. Fluminense, Porto-Coimbra-Lisboa, 10.ª ed., 1978) que durante décadas serviu ao “ensino público”:
«[...] A experiência surrealista repercute-se [...] nas alternativas de autobiografia romanceada e fantasia livre com que Ruben A. pouco a pouco se ergueu até à originalidade orgânica. [...]»... – Ignora-se o que deva entender-se por «originalidade orgânica», mas soa bem e, assim como assim, ninguém lê um manual escolar de fio a pavio.

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Páginas



RUBEN A.

Coimbra, 1949, 1950, 1956 e 1960
Lisboa, 1967 e 1970
[ed. autor] e Parceria A. M. Pereira, L.da
1.ª edição (todos)
6 volumes (completo)
19,7 cm x 14,1 cm
exemplares estimados, contracapas empoeiradas nos vols. I e III; miolo limpo
VALORIZADOS PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR NO VOL. IV
conjunto raro quando completo dada a escassa tiragem de 250 exemplares declarada no vol. I
350,00 eur (IVA e portes incluídos)

Memorialismo, no seu mais alto expoente estilístico.

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Um Adeus aos Deuses


RUBEN A.

Lisboa, 1963
Livraria Portugal
1.ª edição
20,2 cm x 13,4 cm
184 págs.
subtítulo: Grécia
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente relato de viagem.

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Aquella Tremenda Gargalhada!...


WENCESLAU DE MORAES
gravura de António Júlio Dias Branco

s.l. [Porto], 1954
s.e. [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição (Centenário de Wenceslau de Moraes)
25,1 cm x 16,8 cm
16 págs. + 1 folha em extra-texto
composto manualmente e impresso a azul ultramarino sobre papel couché
acabamento com laçada de cordão acetinado numa capa de cartolina gofrada
exemplar estimado; miolo limpo, ocasionais manchas de acidez, por abrir
é o n.º 76 de uma tiragem de apenas 200 exemplares numerados e assinados pelo editor
peça de colecção
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição autónoma de um texto inicialmente publicado, em 1924, na revista Lusa de Viana do Castelo.

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Os Padresinhos


WENCESLAU DE MORAES
posf. Petrus
gravura de Abel Manta

s.l. [Porto], 1954
s.e. [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição (Centenário de Wenceslau de Moraes) [4.ª impressão do texto]
25,3 cm x 16,8 cm
14 págs. + 1 folha em extra-texto
composto manualmente e impresso a roxo sobre papel couché
acabamento com laçada de cordão acetinado numa capa de cartolina gofrada
exemplar muito estimado; miolo limpo
peça de colecção
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição autónoma de um texto inicialmente publicado, em 1906, na revista Serões. Pedro Veiga, nesta requintada edição sua, a que juntou uma gravura de Abel Manta com o sereno rosto do escritor, caracteriza-lhe a escrita assim:
«[...] a arte de Wenceslau de Moraes se enlaça com a graça dessa aguarela leve e vaporosa das Viagens de Garrett, tocando no outro extremo as confissões pessoais e os aprofundamentos psicológicos de Raúl Brandão.
O seu exotismo é apenas exterior: indumentária de disfarce em que se oculta uma das almas mais sensíveis da Literatura lusíada. [...]»

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A Revolta de Monsanto de Janeiro de 1920


GONÇALO PEREIRA PIMENTA DE CASTRO

Porto, 1920
Tipografía Mendonça (a vapor)
1.ª edição
20,9 cm x 13,6 cm
72 págs.
exemplar estimado, capa marcada pela prolongada exposição à luz; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «À EX.MA REDAÇÃO DA OPINIÃO»
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da abertura, do punho do autor, o tenente-coronel e antigo comandante de Infantaria 16:
«Êste folhêto, sem pretenções, nem fórma literária, tem por fim reproduzir certos factos, que confirmados com os documentos juntos destroem asserções menos verdadeiras e responsabilidades que não me pertencem, nem aos comandantes das unidades de infantaria do antigo corpo de tropas da guarnição de Lisboa (C.T.G.L.). [...]»

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Após Monsanto



EDUARDO DE SOUSA

Lisboa, 1921
Lvmen – Empreza Internacional Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
124 págs.
subtítulo: Através da decomposição dos partidos
encadernação moderna em papel de fantasia com lombada em veludo
por aparar
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse e carimbo da Associação do Registo Civil e Livre-Pensamento no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na sequência do assassinato do “presidente-rei” Sidónio Pais, algumas cabeças conspirativas anti-republicanas e integralistas levaram a cabo uma gorada tentativa de regresso da Monarquia ao poder, nos primeiros meses de 1919, em que Paiva Couceiro surge à cabeça das forças da reacção no Norte e, em Lisboa, sob o comando de Aires de Ornelas e de Júlio da Costa Pinto, é assaltado o forte de Monsanto. A situação geral será de guerra civil durante praticamente dois meses, a que se seguirá de novo um domínio republicano com profundas divisões internas e de tremenda instabilidade governativa, proporcionando o golpe militar do 28 de Maio em 1926. Eduardo de Sousa (1865-1927), que foi deputado republicano, e já nos últimos dias do regime ainda dirige o jornal libertário de combate A Choldra, assinala no vertente livro as dificuldades, por exemplo, de Bernardino Machado em conseguir formar um executivo minimamente estável.

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Glória e Desengano do Herói


NUNO DE MONTEMOR
capa de Fernando Bento

Lisboa, 1949
Edição da «União Gráfica»
1.ª edfição
23 cm x 17,4 cm
64 págs.
subtítulo: Paiva Couceiro à Hora de Morrer
exemplar estimado, contracapa com vagos sinais de traça; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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À Memória do Presidente-Rei Sidónio Paes



FERNANDO PESSOA e outros letrados

Porto, s. d. [1959]
Petrus [Pedro Veiga]
[3.ª edição (1.ª edição nesta editora)]
23,8 cm x 17,9 cm
20 págs.
edição assinada pelo editor e numerada de 500 exemplares, sendo este o n.º 249
impressão sobre papel superior, ornado com capitulares e elegantes vinhetas
para além do longo poema de Pessoa, reúne colaboração de Fernando Garcia e Petrus
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muitos intelectuais que durante anos, dada a aversão recíproca entre Salazar e Fernando Pessoa, quiseram fazer passar o poeta por progressista, terão neste simples poema (originalmente publicado no periódico Acção, n.º 4, a 27 de Fevereiro, 1920) a prova do contrário. Isto apesar de Fernando Garcia nos dizer que Sidónio revolucionário nasceu e «revolucionario ideologista e fundamentalmente jacobino, embora de um jacobinismo equestre, morreu». Não fazemos ideia do que seja um «jacobinismo equestre», mas aqui fica registado...

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Sete Annos Depois... A Republica Nova


[ANÓNIMO]

Lisboa, Janeiro de 1918
Lamas, Motta & C.ª Editores
[1.ª edição]
19,5 cm x 13,9 cm
94 págs.
subtítulo: Carta ao sr. Sidonio Paes, inclito e invicto restaurador da ordem
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
ocasionais carimbos da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim começa a dita carta:
«Ex.mo Snr. Doutor Sidonio Paes
Presidente da Republica
Ex.mo Snr., da maior consideração do paiz.
Se V. Ex.ª na sua honesta e honrosa faina de tentar levantar este decahido paiz do enxurro em que ia tem um momento de descanço, consinta que dêmos um rapido e util balanço aos acontecimentos, examinando-lhes o conteúdo e neste as esperanças que elle nos pode deixar de se não tratar, em tudo quanto nestes ultimos 30 dias o paiz tem saudado na imprevista e valorosa acção de V. Ex.ª, de um simples fogo de vista, brilhante e desafogante, mas, no fundo, fogo de vista, fugaz, ephemero, esteril.
O que está feito já por si vale, e muito, não só por ter proporcionado um alto espectaculo de decisão humana, a que o paiz não estava costumado, mas tambem porque, todos o sentem e proclamam, arejou saudavel e agradavelmente a plumbea e viscosa atmosphera em que se estava vivendo. [...]» Etc., etc., etc...
Aplaude o anónimo autor a acção (que foi nefasta) da ditadura militar encabeçada por Sidónio, um regime político – diz-nos a História de Portugal em Datas (Círculo de Leitores, Lisboa, 1995) – «[...] assente na figura de Sidónio Pais, [que se caracterizou] pelo terror imposto aos adversários e por uma prática governativa autoritária, desenvolvendo e estimulando a adesão popular à figura do chefe. [...]»
Sidónio Pais virá a ser assassinado na praça pública, mal havia decorrido um ano sobre o seu golpe de Estado.

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terça-feira, setembro 19, 2017

Peças Em Um Acto




LUÍS DE STTAU MONTEIRO
capa do pintor João Vieira

Lisboa, Novembro de 1966
Editorial Minotauro, Lda.
1.ª edição
19,9 cm x 13,6 cm
144 págs. + 1 extra-texto que reproduz uma litografia de Daumier
inclui 2 peças: A Guerra Santa e A Estátua, e uma Nota Explicativa
exemplar estimado; miolo limpo
inclui-se bilhete postal da casa editora destinado à angariação de clientes directos
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR COMUNISTA ALEXANDRE BABO
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro apreendido pela polícia política do Estado Novo em circunstâncias particularmente vergonhosas, dando origem ao encerramento da casa editora, que, depois de ver as instalações seladas, acabou com as caves-armazém criminosamente inundadas. Sttau Monteiro será preso, paga do regime pela sátira à ditadura e à guerra colonial. O recorte de imprensa, datado de 7 de Dezembro de 1966, colado no ante-rosto do vertente exemplar, transcreve o comunicado do governo com a versão oficial para o referido “encerramento”:
«Do S. N. I. recebemos a seguinte informação:
“Foi mandada aplicar á Editorial Minotauro a pena de encerramento definitivo, prevista no art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 33015, de 30 de Agosto de 1943.
Esta pena foi aplicada áquela empresa por ter editado um volume com graves implicações prejudiciais á defesa dos fins superiores do Estado e nomeadamente ofensivo do prestígio das Forças Armadas, que neste momento se batem, numa guerra que nos é imposta, em defesa da integridade nacional.”»

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Peças Em Um Acto


LUÍS DE STTAU MONTEIRO
capa do pintor João Vieira

Lisboa, 1966
Editorial Minotauro, Lda.
1.ª edição
19,9 cm x 13,5 cm
144 págs. + 1 extra-texto que reproduz uma litografia de Daumier
inclui 2 peças: A Guerra Santa e A Estátua, e uma Nota Explicativa
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro apreendido pela polícia política do Estado Novo em circunstâncias particularmente vergonhosas, dando origem ao encerramento da casa editora, que, depois de ver as instalações seladas, acabou com as caves-armazém criminosamente inundadas. Sttau Monteiro será preso, paga do regime pela sátira à ditadura e à guerra colonial.

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Tratado | da | Sciencia Cabala, | ou Noticia da Arte | Cabalistica



D. FRANCISCO MANOEL DE MELLO

Lisboa Occidental, 1724
Na Officina de Bernardo da Costa de Carvalho, Impreffor do Sereniffimo Senhor Infante
1.ª edição
20,8 cm x 15,7 cm (in 4.º)
12 págs. + 216 págs.
encadernação coeva em pergaminho
exemplar perfeito, em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, boas margens de papel
PEÇA DE COLECÇÃO
3.600,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Nascido em Lisboa no mesmo ano que António Vieira, D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666) é em Portugal a personificação mais acabada da cultura aristocrática peninsular na época da Restauração.
[...] o seu legado literário permite classificá-lo como um dos polígrafos peninsulares que mais variadas facetas apresentam a exame. Aliás, pelo bilinguismo como pela sua biografia, D. Francisco pertence a ambos os principais patrimónios da Península. [...]
O seu Tratado da Ciência Cabala, aliás “corrigido” pela censura do Ordinário, mostra-o interessado [...] nas ciências ocultas [...].» (António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto 1989)

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segunda-feira, setembro 18, 2017

Sonetos Mínero-Metállicos


ANTÓNIO AMARGO
ANTÓNIO DOCE

Coimbra, 1917
Typographia França Amado
1.ª edição [única]
19,1 cm x 12,4 cm
48 págs.
subtítulo: Preciosismo Metállico
exemplar muito estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA ASSINADA PELOS DOIS AUTORES
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tratam-se dos pseudónimos, respectivamente, dos figueirenses António Correia Pinto de Almeida (1886-1933) e António Mariano da Cunha Goulart (1899-1926), então estudantes em Coimbra. Diz-nos Rita Marnoto no seu artigo «Futuristas na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Décadas de 1910 e de 1920» (in Foro das Letras, n.º 19-20, Coimbra, Dezembro de 2010):
«[...] significativo número de estudantes de Direito que, nas décadas de 1910 e de 1920, aderiram e propolsionaram o Futurismo. Na verdade, respiravam-se, na Faculdade de Direito, as grandes tendências intelectuais que alastravam pela Europa.
O primeiro desses estudantes foi Francisco Lopes de Azevedo Coelho de Matos Castelo Branco Levita [...].
Francisco Levita e Almada Negreiros têm um património de vivências comuns. [...] ambos estiveram ligados, durante um certo período, que para Almada foi breve, ao ambiente estudantil de Coimbra. [...]
Ligados a esse grupo, vamos encontrar dois contemporâneos de Levita na Faculdade de Direito, embora mais novos, António Mariano da Cunha Goulart, que nela entrou em 1915-1916, e Luís Joaquim Pinto, que se inscreveu no ano seguinte. [...]
Por sua vez, António Goulart, juntamente com um outro figueirense, António Correia Pinto de Almeida, editaram um livro de Sonetos mínero-metálicos, em 1917, assinado por Amargo Doce {chaveta} ãa Antonio (sic), que, logo na sua dedicatória, adopta a mesma linha de provocação a Júlio Dantas: “Ao Sr. Júlio Dantas, médico em literatura e literato em medicina, ourives mimoso da forma e supremo joalheiro do ritmo.” [...].»

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O Marquez de Pombal á Luz da Philosophia


ANGELINA VIDAL

Lisboa, 1882
Imprensa da Viuva Sousa Neves
1.ª edição
20,5 cm x 14,3 cm
32 págs.
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo, parcialmente por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poema dedicado a Camilo Castelo Branco, perante quem Angelina Vidal (1853-1917) se justifica assim nas páginas de abertura:
«[...] No meio d’este anemico paiz vibra ainda uma corda vocal, a ultima – é a maledicencia. [...]
Insultar é uma necessidade tão inherente ao organismo patrio, que se o indigena não houvera a quem fazel-o, insultar-se-hia a si mesmo.
[...] Democrata convicta, e evangelisadora do livre exame – em ethica, sciencia, e politica, manifesto amplamente as opiniões do meu espirito, com a altiva independencia de quem se habituou a superar os diques verminosos da sórdida mesquinhez.
Por isso estendo fraternamente a mão ao glorioso mestre da patria lingua, e saúdando o fecundo engenho do athleta da litteratura portugueza, offereço-lhe despretenciosamente estes humildes versos.»
E seguem versos notáveis, de louvor ao marquês – a cumprir-se então o centenário da sua morte –, entre os quais avultam estes:
«[...] Cantae, Democracia, o espirito do bravo,
Que o nivel fez rolar por sobre a Sociedade,
Prostrando o jesuitismo, ou libertando o escravo,
Quebrando á inquisição as garras da maldade. [...]»

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Génio e Desventura de Angelina Vidal


RAÚL ESTEVES DOS SANTOS

Porto, 1954
Cooperativa do Povo Portuense
1.ª edição
24,8 cm x 19,1 cm
132 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, com acidez ocasional nas primeiras e últimas folhas
valorizado pela dedicatória manuscrita da filha do Autor, Maria de Lourdes Esteves dos Santos de Freitas Ferraz
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Preciosa conferência de pendor biográfico, raro trabalho de investigação acerca das adversas condições intelectuais e de vida quotidiana em que Angelina Vidal teve que subsistir. Volume que se completa com uma breve antologia da feminista libertária.

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Figuras Gradas de A Voz do Operário


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1936
Edição da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário
1.ª edição [única]
fora do mercado
21,6 cm x 13,7 cm
68 págs.
subtítulo: Palavras pronunciadas no Salão de Festas de «A Voz do Operário», no dia 19 de Abril de 1936, na solene inauguração de duas lápidas evocativas das individualidades que á Sociedade e ao jornal prestaram assinalados serviços
exemplar estimado; miolo limpo, esparsos sinais de foxing na capa e nas primeiras e últimas páginas
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A BOURBON E MENEZES
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alocução pública em que o ensaísta tece breves apontamentos panegíricos, entre outros, de Oliveira Martins, Augusto Fuschini, Dantas Baracho, João Franco, F. J. Ferreira do Amaral, João de Freitas Branco, Sidónio Pais, António Granjo, Costa Godolfim, Adolfo Coelho, Sebastião Magalhães Lima, Angelina Vidal, Fernão Boto Machado, etc.

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domingo, setembro 17, 2017

Spécimens d’Écritures Arabes pour la Lecture des Manuscrits Anciens et Modernes



PAR UN PÈRE DE LA Cie DE JÉSUS

Beirute, 1888
Imprimerie Catholique
2.ª edição («corrigée et augmentée»)
texto em árabe e francês
22,8 cm x 14,3 cm
202 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, restauro nas faltas de papel da capa; miolo limpo
ostenta no frontispício carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro destinado a arabistas. Não é propriamente um prontuário, mas sim um repositório de variantes caligráficas, distinguindo os diferentes estilos de escrita árabe, aqui recolhidos na Síria, no Egipto, na Mesopotâmia, na Argélia e na Turquia. A ideia do anónimo padre jesuíta foi identificar, comparativamente, alguns modelos, a fim de servir de auxílio a estudiosos e professores na decifração de documentos manuscritos.

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Alcorão


MUHAMAD
trad. da versão inglesa de Marmaduke Pickthal por Bento de Castro


Lourenço Marques, 1964
[ed. tradutor]
Oficinas Gráficas de J. A. Carvalho & Companhia, Limitada
1.ª edição
24,1 cm x 17,8 cm
736 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta no frontispício a assinatura de posse do ex-ministro dos Assuntos Sociais, o falecido médico C[arlos Matos Chaves Mascarenhas de] Macedo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Nótula do tradutor Bento de Castro (Constantino de Castro Lopo):
«[...] Esta edição destina-se aos Muslins portugueses de origem árabe, e aos de origem africana, isto é: africanos, que na sua grande parte são naturais dos territórios de Moçambique, falam e escrevem a língua portuguesa usando-a no seu convívio social, nas suas relações comerciais e também nos seus próprios lares. De maneira geral os primeiros não falam o Arábico dos textos sagrados em que recitam alguns trechos que decoraram e de que não têm um sentido perfeito; estes, estão porém mais ou menos familiarizados com o texto das edições em Guzarate que é a língua dos seus pais e que falam com a mesma proficiência e desembaraço que mostram ao falar português. Quanto aos segundos, esses não estão em tão boas condições pois que não conhecem o Arábico nem o Guzarate, salvo um reduzido número que tem sido educado nas escolas e universidades estrangeiras. [...]»
Por esta passagem de texto fácil nos é deduzir quão expressiva foi a comunidade muçulmana na ex-colónia portuguesa, para justificar-se uma tradução do texto sagrado.

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Única Grande Ode



MUHAMMAD RASHID
[António Barahona da Fonseca]

Lisboa, 1978
Kali-Yuga [ed. do Autor]
2.ª edição *
20,8 cm x 14,6 cm
32 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Não se trata de um qualquer pseudónimo do poeta António Barahona da Fonseca, mas do seu nome tomado por conversão ao Islão. O livro em si mesmo, vindo de alguém que até já passara pelo surrealismo e que, após muçulmano, já voltou a deixar de o ser, é uma interessante curiosidade, embora muito aquém, por exemplo, da altíssima qualidade poética de The Kasîdah of Hâjî Abdû el-Yezdî (Richard F. Burton).

* A “primeira edição” – diz o poeta numa nota – foi «[....] d’emergência, foto-copiada, de 100 ex., vendida pelo autor, interrompida no ex. n.º 31, 1977».

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Vinte Capítulos do Alcorão


SULEIMAN VALY MAMEDE (trad.)

Lisboa, 1977
Comunidade Islâmica de Lisboa
2.ª edição
bilingue árabe / português
27,2 cm x 18 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior, acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa empoeirada, vinco no topo; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui a tradução do 1.º e dos capítulos 96.º a 114.º, feita no sentido de divulgar entre nós a doutrina islâmica ou muçulmana, «[...] que é actualmente seguida por mais de setecentos milhões de seres humanos, em todo o mundo, dos quais cerca de três milhões e meio são de expressão portuguesa, nomeadamente em Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Timor-Leste, Macau e Portugal» (da Nota Prévia do tradutor).

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A Vida de Harun Al-Rachid


GABRIEL AUDISIO
trad. José Saramago

Lisboa, Março de 1965
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
21 cm x 14 cm
208 págs.
variante “pobre” da capa
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Harun Al-Rachid, remoto califa do espaço geográfico hoje ocupado pelo Iraque, então uma terra de alta prosperidade e altos desígnios científicos e artísticos, ao seu nome e ao do seu reinado ficaram ligadas as mais belas histórias da tradição oral sarracena – as Mil e Uma Noites. Gabriel Audisio (1900-1978), seu poeta-biógrafo, activista da Resistência francesa durante a ocupação nazi, para além do legado de uma vasta obra literária multifacetada foi o director do periódico marselhês Cahiers du Sud.

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Shri Lakshminarain Temple


[ANÓNIMO]

Nova Deli, 1980
All-India Arya (Hindu) Dharma Sewa Sangha
s.i.
bilingue inglês-sânscrito
23,7 cm x 18,6 cm
20 págs.
profusamente ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar estimado, sinais de lepisma na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pequena monografia espiritual, destinada aos visitantes do templo hindu construído por Seth Raja Baldeodas Birla quase dois mil anos antes da nossa era.

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sexta-feira, setembro 15, 2017

Sobre as Horas


FERNANDO ECHEVARRIA
[capa de Escada]

Lisboa, 1963
Livraria Morais Editora
1.ª editora
19,9 cm x 15,5 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascido em Espanha (1929), mas de pai português, podemos considerá-lo um poeta bilingue, e mesmo um antecipador da poesia rarefeita e abstractizante dos anos 61.

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Areal


TOMÁS JORGE
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1961
Imbondeiro
1.ª edição
17 cm x 12,5 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro do filho do poeta Tomás Vieira da Cruz.

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Poesia Angolana


TOMAZ VIEIRA DA CRUZ
selec. e pref. Mário António
capa de Neves e Sousa

Lisboa, s.d. [circa 1961]
Edição da Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
16,1 cm x 11,5 cm
64 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do crítico literário José Palla e Carmo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor, embora tendo nascido e falecido (1900-1960) em Portugal continental, a sua longa permanência em Angola fez dele um dos pioneiros de uma poesia angolana de consciencialização do povo local e do seu direito à independência.

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Quissange


TOMAZ VIEIRA DA CRUZ
capa de Neves e Sousa

s.l. [impresso no Porto], 1971
Lello – Angola
1.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
204 págs.
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião póstuma da obra poética «de motivos africanos» de Vieira da Cruz, conforme indicações por si deixadas.

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quinta-feira, setembro 14, 2017

A Ilha de Próspero – Roteiro Poético da Ilha de Moçambique


RUI KNOPFLI
texto o fotografias do mesmo
prefácio de Alexandre Lobato

Lisboa, 1989
[2.ª edição]
Edições 70
28,3 cm x 21,7 cm (álbum)
144 págs.
cartonagem editorial com sobrecapa e folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Difere substancialmente da edição original moçambicana, de 1972. A própria intenção poética primitiva sobrecarrega-se, entretanto, de intuitos turísticos, apesar de ser uma edição integrada no Programa Nacional de Edições Comemorativas dos Descobrimentos Portugueses.

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O Escriba Acocorado


RUI KNOPFLI
posfácio do poeta Eugénio Lisboa


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 15,7 cm
72 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre a cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta, jornalista e diplomata de origem moçambicana, ex-colónia ultramarina de onde partiu, em 1975, para Londres, indo exercer funções de conselheiro de imprensa na Embaixada de Portugal. Juntamente com o poeta João Pedro Grabato Dias, terão sido os simpáticos cadernos periódicos Caliban o cerne irradiante da sua aventura poética africana.

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quarta-feira, setembro 13, 2017

Mistérios da Praia da Rocha


MARCOS ALGARVE

Vila Nova de Famalicão, 1926
Tipografia «Minerva», de Cruz, Sousa & Barbosa, L.da
1.ª edição
22,2 cm x 14,9 cm
336 págs.
exemplar estimado, capa levemente manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Marcos Algarve, um dos pseudónimos do republicano Francisco Marques da Luz (1875-1960), foi um autodidacta, presidente de município e comerciante em Portimão, legou-nos uma escrita que se estendeu pelo conto, as memórias de viagens e políticas, o jornalismo. (Fonte: Anuário Artístico e Literário de Portugal para 1948, Agência UPI – União Portuguesa de Imprensa, Lisboa, 1948)

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Romanceiro e Cancioneiro do Algarve (Lição de Loulé)


FRANCISCO XAVIER D’ATHAIDE OLIVEIRA

Porto, 1905
Typographia Universal (A Vapor), com o selo da Livraria Ferreira – Ferreira & Oliveira L.da (Lisboa)
1.ª edição
21,2 cm x 14 cm
432 págs.
subtítulo: Contos Tradiccionaes do Algarve em Verso
exemplar estimado, capa com vestígios de antiga fita-gomada e restauros na lombada; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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