segunda-feira, agosto 28, 2017

Alentejo não Tem Sombra [...]



EUGÉNIO DE ANDRADE, org.

Porto, 1983
O Oiro do Dia
2.ª edição
22,5 cm x 15 cm
48 págs. + 4 págs. em extra-texto
subtítulo: [...] antologia de poesia contemporânea sobre o Alentejo organizada por [...] com uma pintura de Armando Alves e outra de Jorge Pinheiro nas edições oiro do dia
capa e miolo impressos sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse de Eulália Marques na pág. 2
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologiados, entre outros, e para além de si próprio, poetas como Florbela Espanca («Horas mortas... Curvada aos pés do Monte / A planície é um brasido [...]»), José Régio, José Gomes Ferreira («Nunca ouvi um alentejano cantar sozinho / com egoísmo de fonte. [...]»), Miguel Torga, Manuel da Fonseca («Nove casas, / duas ruas, / ao meio das ruas / um largo, / ao meio do largo / um poço de água fria. [...]»), Jorge de Sena («[...] Por entre os campos, os cordões rugosos / dos caminhos para toda a parte, / menos para os campos, que pacientemente evitam. [...]»), Raul de Carvalho, Sophia de Mello Breyner Andresen, Mário Cesariny, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, Ruy Belo, etc.

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