terça-feira, dezembro 29, 2015

Brinde aos Senhores Assignantes do Diario de Noticias – 1867 [Canções da Tarde]


BULHÃO PATO

Lisboa, 1866 [para 1867]
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes
1.ª edição
18,3 cm x 12,6 cm
112 págs.
subtítulo: Canções da Tarde
exemplar muito estimado, com pequenas falhas de papel no topo e no pé da lombada; miolo no geral limpo, com restauro nas págs. 107-108
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume (o segundo da colecção dos Brindes do DN) integralmente preenchido pela edição princeps de poemas de Raimundo António de Bulhão Pato.

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telemóvel: 919 746 089

The International Code of Signals for the Use of all Nations [junto com] The British Code List for 1885 for the Use of Ships at Sea, and for Signal Stations




ROBERT JACKSON

Londres, 1885
Spottiswoode & Co.
1.ª edição (ambos)
2 tomos encadernados em 1 volume
24 cm x 16,4 cm
[XVI págs. + 2 págs. (cortina) + 238 págs. + 36 págs. (anunciantes) + 4 folhas em extra-texto + 1 tarjeta] + [XXIV págs. + 112 págs. + 6 págs. (suplementos) + 2 págs. (anunciantes) + 1 tarjeta]
profusamente ilustrados
encadernação modesta de encadernador com restauro na lombada e rótulo gravado a ouro
corte carminado
sem capas de brochura
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
discreta assinatura de posse no primeiro frontispício: «Antonio Vieira | S. Thomé 1886»
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Introdução à Arqueologia Naval


[JOÃO DA GAMA] PIMENTEL BARATA

Lisboa, 1973
Centro de Estudos de Marinha
1.ª edição
23,7 cm x 15,7 cm
32 págs. + 58 folhas em extra-texto (imagens)
subtítulo: A Crítica da Documentação Plástica
profusamente ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, dezembro 28, 2015

Verdades Amargas Sobre Questões Sociaes


CARLOS TESTA

Lisboa, 1888
Typographia Universal
1.ª edição
23,5 cm x 15,6 cm
64 págs.
subtítulo: I. – A acção e a reacção. II. – A liberdade e o cumprimento das leis. III. – A intolerancia e seus desacertos.
exemplar estimado, papel da capa frágil, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos André Testa (1823-1891) foi oficial da Marinha, chegando ao posto de contra-almirante. Destaca-se, neste particular, por ter sido encarregue da renovação da frota marítima portuguesa. Além de professor na Escola Naval, foi deputado e par-do-reino pelo Partido Regenerador, altura em que apresentou um projecto de lei para proibir as touradas e a construção de novas praças de touros ou a reconstrução das existentes.

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Questão de Preferencias na Acquisição de Navios de Guerra


CARLOS TESTA

Lisboa, 1890
Typographia Universal
1.ª edição
22,4 cm x 15,3 cm
2 págs. + 22 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal e Marrocos Perante a Historia e a Politica Europea


CARLOS TESTA

Lisboa, 1888
Typographia Universal
1.ª edição
23,7 cm x 16 cm
40 págs.
exemplar estimado, sinais de traça somente na capa, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Passeio a Marrocos



URBANO RODRIGUES

Lisboa, 1935
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,4 cm x 13,2 cm
144 págs.
subtítulo: Notas de Reportagem
exemplar estimado; miolo limpo, as folhas entre as págs. 17 e 40 apresentam os bordos inferiores direitos sujos de tinta
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao escritor Julião Quintinha
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Urbano da Palma Rodrigues (1888-1971), pai dos escritores e jornalistas Urbano Tavares Rodrigues e de Miguel Urbano Rodrigues, foi, ele também, jornalista reconhecido, tendo mesmo chegado a dirigir o periódico O Mundo. A sua filiação republicana, anti-sidonista, aproximou-o de Afonso Costa, que lhe confiou a chefia do seu gabinete.

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Uma Semana em Marrocos


HERLANDÉR RIBEIRO

Lisboa, 1933
Edição do Autor
1.ª edição
23,1 cm x 15,8 cm
112 págs.
exemplar estimado, restauros toscos na lombada e na contracapa; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Herlander Ribeiro (1886-1967) foi advogado, jornalista e memorialista, e é este último género que lhe deu vários artigos e livros, sendo o vertente um exemplo bem sucedido de observação local. É de sublinhar um capítulo referente à presença dos portugueses em Marrocos («Pedaços de Portugal»), em que ele releva a sua importância na pesca e indústria conserveira, na construção civil, no pequeno comércio.

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Terras de Misterio – Marrocos


OLDEMIRO CESAR
capa de Saavedra Machado
ilust. Francisco Valença

Lisboa, 1925
Edição da Empresa Diario de Noticias
1.ª edição
20,5 cm x 14,8 cm
208 págs. + 20 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
encadernação modesta de amador em tela encerada e papel marmoreado, gravação a ouro na lombada
muito pouco aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito interessante relato de viagem ao Norte de África.

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Terras de Maravilha – Os Açores e a Madeira


OLDEMIRO CÉSAR

Lisboa, 1944
José Francisco d’Oliveira (editor)
2.ª edição («consideràvelmente aumentada»)
19,6 cm x 13 cm
216 págs.
subtítulo: Notas de duas viagens de estudo
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
discreta assinatura de posse à cabeça da pág. 7
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prolixo camilianista Oldemiro César, esta reportagem de observador culto constitui uma achega para a memória geo-histórica das nossas ilhas adjacentes.

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domingo, dezembro 27, 2015

Não o Levarás Contigo!


JOSÉ ROSADO

Lisboa, s.d.
Edição Romano Tôrres
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
208 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Nos múltiplos e diversificados estilos de escrita para as massas, a boa disposição da sua «prosa humorística» fica-nos como um dos mais interessantes, em que o escriba aproveita para, em fecho de livro, render homenagem a alguns vultos da época como seja Júlio Dantas («um escritor de salão adamascado, um freqüentador de boudoir e de five ó clock tea»), o excelente humorista «e conquistador do belo sexo» Armando Ferreira, o prolífico Luís de Oliveira Guimarães, Rocha Martins («formado em Arquivo Nacional»), o jornalista e cineasta Leitão de Barros, e os empresários do Parque Mayer António de Macedo e Vasco Santana.

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Grande Enciclopédia Vilhena


JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1972 a Abril de 1974
Edições Branco e Negro (ed. Autor)
1.ª edição [única]
6 fascículos (completo)
30 cm x 22,6 cm
128 págs. (numeração contínua) + 6 capas *
profusamente ilustrados
acondicionados em estojo próprio de fantasia
exemplares estimados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Publicação humorística periódica, a primeira de José Vilhena sob a forma de revista, necessariamente disfarçada de livro editado em fascículos coleccionáveis. Até aí, o caricaturista servira-se de um modelo que não estava obrigado a ir à censura prévia: o livro – os basto conhecidos livros de bolso, mais de meio cento deles, que a polícia apreendia somente após impressos e postos à venda. Com o 25 de Abril, Vilhena muda-lhe o título, muito a propósito, para Gaiola Aberta, dando início então a uma revista mensal em que o seu nome já pode figurar, às claras, como «director, editor e proprietário», e com distribuição do “gigante” comercial Agência Portuguesa de Revistas em Lisboa, Coimbra, Porto, Luanda e Lourenço Marques. Os conteúdos não diferem muito de uma para a outra publicação: sexo, visto pelo óculo auto-reprimido do masturbador, e política, a ingénua e muito errática política da vox populi. Sim, quem pense que a obra escrita e desenhada de José Vilhena não passa de um acervo de badalhoquices brejeiras, está muito enganado. A crónica dos acontecimentos que marcam a vida do país urbano é uma presença constante em toda a sua obra; é mesmo nos seus livros e revistas que ficou registado o “pensamento” da multidão na rua, numa mistura que vai da intriga sexual bairrista de vizinhos e vizinhas ao simples desafabo sobre o que de política chega aos ouvidos de todos através dos meios de informação oficial. Um desiderato, portanto.

* «Poster – O leitor inteligente deve coleccionar não só os fascículos como as gravuras da capa e contracapa. Colando-as na parede da mansarda (se for um intelectual) ou da barraca (se for um operário) obterá, dentro de pouco tempo, um poster monumental, contando a triste história do Homem e da Mulher, desde Adão e Eva até ao António Calvário e à Madalena Iglésias.» (José Vilhena)

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O Depoimento de Américo Thomaz


JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1975
Edições Branco e Negro (ed. Autor)
[1.ª edição]
16,5 cm x 11,4 cm
144 págs.
ilustrado com reproduções fotográficas
exemplar estimado, capa com ligeiras quebras; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O popular humorista José Vilhena, saindo um pouco do seu habitual estilo erótico-fescenino, aproveita as ondas-de-choque político do 25 de Abril para atacar, com a rudeza que também lhe era habitual, algumas figuras que haviam sido sustentáculo da governação e do “pensamento” durante a ditadura do Estado Novo. Depois de Vitorino Nemésio – na sua faceta televisiva de «se bem me lembro» –, é, no vertente livro, chegada a vez do ex-presidente Américo Thomaz, alcunhado de O Cabeça de Abóbora e por aí fora, num despautério de insultos à figura carismática do fascismo-à-portuguesa. Humor grosseiro, de porta de taberna, aliás como sempre; num escritor e caricaturista que ficará apenas na memória de uma geração pouco ou nada subtil, mais sensível às coxas redondas e aos lábios vermelhos das fêmeas do que ao primado da inteligência.

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sábado, dezembro 26, 2015

Matai-vos Uns aos Outros!


JORGE REIS
pref. Aquilino Ribeiro
capa de António Domingues

Lisboa, 1961
Prelo, Sociedade Gráfica Editorial, Lda.
1.ª edição
19,7 cm x 14,3 cm
XVI págs. (insertas entre as págs. 8-9) + 252 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de Aquilino Ribeiro ter tido a fineza de escrever umas palavras «À Laia de Apresentação» (mais de si próprio! do que do livro ou do seu autor), Jorge Reis (1926-2005) mereceu-lhe esta obra proibida o Prémio Camilo Castelo Branco, galardão literário promovido por agentes profissionais do livro apenas durante sete anos (1959 a 1965), com o fim de dar a conhecer autores na altura sonegados pela censura do regime fascista. O nome do exilado político parisiense Jorge Reis figurará, pois, entre os de José Rodrigues Miguéis, Vergílio Ferreira, Fernanda Botelho, Maria Judith de Carvalho, José Cardoso Pires e Isabel da Nóbrega.

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Tempo de Orfeu


ALFREDO GUISADO
pref. Urbano Tavares Rodrigues
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1969
Portugália Editora
1.ª edição
20,2 cm x 14,1 cm
XX págs. + 2 págs. + 182 págs.
subtítulo: 1915-1918
ilustrado com o fac-símile do manuscrito do poema «Arabescos»
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lisboeta, apesar dos ascendentes na Galiza, Alfredo Pedro Guisado viveu entre 1891 e 1975. Fez um percurso cívico assinalável, sucessivamente como deputado republicano pelo Partido Democrático, vereador da Câmara Municipal de Lisboa e presidente do Conselho-Geral das Juntas de Freguesia de Lisboa e da Federação das Juntas de Freguesia de Portugal. Após a implantação do Estado Novo iremos vê-lo como opositor, também no meio jornalístico, tendo mesmo chegado a desempenhar o cargo de director-adjunto do jornal República. Ao longo da sua carreira artística – com reconhecidas participações nos periódicos literários de referência à época, a saber: A Renascença (dir. Carvalho Mourão), Orpheu 1 (dir. Fernando Pessoa), Exílio (dir. Augusto de Santa-Rita) e Sudoeste (dir. Almada Negreiros) –, para além do seu nome de baptismo conhecem-se-lhe, emulando por certo uma heteronimia pessoana, três pseudónimos: Filomeno Dias, Pedro de Menezes e João Lobeira. Enquanto poeta, a sua criação pode genericamente ser enquadrada num consciente afastamento estilístico do neo-garrettismo romântico e do saudosismo portuense promovido pel’A Águia – que ele praticou em livros anteriores à sua participação no primeiro número de Orpheu. Colara-se Guisado, por essa altura de 1914-1915, ao tom poético e à visão negativista de um Mário de Sá-Carneiro, o que, de passagem, o leva a acolher em convívio esse grupo de escritores e artistas plásticos nacionalistas que virão a estar entre os responsáveis pela verbalização do ressurgimento do poder autoritário e, em parte, pelo soçobrar dos ideais republicanos. Num outro plano, mais propriamente logístico, sendo a família dele proprietária do restaurante na Baixa lisboeta Os Irmãos Unidos, o poeta convinha ao grupo, pela sala-de-estar a cujas mesas muito debate intelectual se deu.

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domingo, dezembro 13, 2015

Dictionnaire Universel des Hérésies des Erreurs et des Schismes d’après Bergier, Pluquet, Saint Alphonse de Liguori, Grégoire et les Historiens de l’Église continué jusqu’a nos jours


M.-T. [MARIE-THÉODORE] GUYOT

Lyon – Paris, 1847
Périsse Frères, Libraires-Éditeurs
1.ª edição
21,5 cm x 13,7 cm
364 págs. + 1 folha em extra-texto (estampa)
modesta encadernação em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, sinais de traça nas quatro últimas folhas não afectando a leitura do texto
antigo número de inventário escrito a tinta no canto superior direito do ante-rosto
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da visão oficial exclusivista da Igreja católica relativamente a grupos de cisão e seitas religiosas e milenaristas, ou como afirma o bispo de Chalons, no seu texto a autorizar a publicação do livro: «[...] Nous ne pouvons donc que le recommander vivement à tous les lecteurs, qui y déploreront les ténèbres où s’égarent tous les déserteurs de l’Église.»

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sábado, dezembro 12, 2015

Monção


VIMALA DEVI
capa de Horácio Falcão

Lisboa, 1963
edição da Autora
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
172 págs.
subtítulo: Contos de Goa
exemplar como novo, por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita da Autora ao jornalista Carlos Pereira da Rosa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de contracapa:
«[...] Este é o seu segundo livro. É a alma do povo goês, com os seus impalpáveis paradoxos, que surge nestes contos de Vimala Devi. A sua galeria de tipos humanos, batcares e curumbins, manducares, católicos e hindus, e descendentes com nomes de reis, mostra-nos, sem disfarces, a verdadeira realidade de Goa. A expressão portuguesa que a informa não consegue, porém, abafar a sua essência intrinsecamente oriental, revelada na sua linguagem e, principalmente, na sua posição perante a obra de arte [...].»
Em conjunto com o marido, Manuel de Seabra, legou-nos a Autora, em 1971, o mais importante estudo e recolha de Literatura Indo-Portuguesa.

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Súria


VIMALA DEVI

Lisboa, 1962
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
21,4 cm x 15,6 cm
56 págs.
terceiro da Colecção Unidade dirigida por Luís Forjaz Trigueiros
exemplar estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro da goesa Teresa da Piedade de Baptista Almeida, que assinava literariamente Vimala Devi (nasc. 1932).

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sexta-feira, dezembro 11, 2015

Sol da Meia Noite


BENTO CARQUEJA

Porto, 1923
Officinas de O Commercio do Porto
1.ª edição
22,4 cm x 14,1 cm
172 págs.
ilustrado no corpo do texto
impresso a azul-ultramarino sobre papel superior creme
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Bento de Sousa Carqueja (1860-1935) foi académico, empresário, jornalista, escritor e professor universitário. O seu desempenho como director do jornal O Comércio do Porto terá sido dos mais relevantes, quer no universo mediático, quer nas obras de apoio social levadas a cabo por esse periódico. O vertente livro de viagens transporta-nos até à Suécia.

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quinta-feira, dezembro 10, 2015

Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Alenquer – Arruda-dos-Vinhos – Azambuja – Cadaval


[CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO]
fotografias de Nunes Claro

Lisboa, 1962
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,5 cm x 14,8 cm
64 págs. + 5 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Mafra – Loures – Vila Franca de Xira


[CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO]

fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de A. Salgado Dias, José Benard Guedes e Nuno Mendonça


Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,6 cm x 15,1 cm
104 págs. + 4 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Sintra – Oeiras – Cascais


[CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO]

fotografias de Nunes Claro e Carlos Azevedo
desenhos de A. Salgado Dias


Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,6 cm x 15,1 cm
96 págs.
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além do sucinto historial de cada monumento – e não do ponto de vista turístico, mas sim à luz de uma erudição mediana que era suposto ser a dos cidadãos cultos no Estado Novo –, trata-se de importante documento para ser ainda hoje usado como termo de comparação com o estado actual em que se encontram esses mesmos monumentos. Cremos que, agora, a repetição destes itinerários poderá trazer-nos, a nós, cidadãos do século XXI, supreendentes conclusões acerca do abandono cultural.

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Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Torres Vedras – Lourinhã – Sobral de Monte Agraço


[CARLOS DE AZEVEDO
ADRIANO DE GUSMÃO]

fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de Luís Dourdil, J.[osé] Benard Guedes e Nuno Mendonça


Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,5 cm x 15 cm
104 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, dezembro 08, 2015

Pelo Futuro de Portugal [junto com] Mandato Indeclinável [junto com] Renovação na Continuidade [junto com] Progresso em Paz [junto com] As Grandes Opções




MARCELLO CAETANO
capas de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1969 a 1973
Verbo
1.ª edição (todos)
5 volumes (completo)
22 cm x 16 cm
328 págs. + [4 págs. + 240 págs.] + [XL págs. + 200 págs.] + [XII págs. + 256 págs.] + [XIV págs. + 234 págs.]
exemplares estimados; miolo limpo
assinaturas de posse em quatro dos cinco volumes
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião das intervenções públicas de Marcello Caetano na qualidade de governante nacional após a morte de Salazar.

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Estatuto dos Funcionários Civis


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1939
Empresa Universidade Editora
2.ª edição (corrigida)
23,2 cm x 16,8 cm
264 págs.
subtítulo: Legislação Coordenada, Anotada e Revista
modesta encadernação de amador com lombada em pele gravada a ouro
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneiras frágeis; miolo limpo
carimbos ocasionais da biblioteca da Direcção Geral dos Serviços Eléctricos – Junta de Electrificação Nacional
breve rubrica a tinta na margem superior direita da pág. 103 sem afectar o texto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma curiosidade, bem elucidativa, o artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 23.870 de 18 de Maio de 1934:
«Os funcionários públicos e os dirigentes técnicos, empregados ou operários das emprêsas de interêsse colectivo e de quaisquer outras, singulares ou colectivas, que se destinem ao abastecimento e satisfação das necessidades gerais e impreteríveis das populações que suspenderem o trabalho ou, em número de três ou mais, abandonarem colectivamente a repartição, serviço, emprêsa ou trabalho ou o prestarem de modo a perturbar a sua continuïdade ou regularidade serão punidos com a pena de destêrro até dois anos, ou sem ela, multa até 30.000$. [...]»

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Hoje, Como Ontem: O Estado Novo



MARCELLO CAETANO, doutor

Porto, 1946
União Nacional
1.ª edição
19,9 cm x 14,9 cm
56 págs.
subtítulo: Conferência Promovida pela União Nacional do Porto no XX Aniversário da Revolução de 28 de Maio
exemplar estimado, com discreto restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Comum dos Mortais


AGUSTINA BESSA-LUÍS

Lisboa, 1998
Guimarães Editores, Lda.
1.ª edição
20,5 cm x 14,7 cm
368 págs.
acabamento com capa impressa a negro e sobrecapa a cor
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na altura da publicação deste notável romance, escreveu Torcato Sepúlveda, na revista Ler do Círculo de Leitores (Verão / Outono 1998, n.º 43), as seguintes acutilantes palavras:
«Agustina Bessa-Luís publicou um novo romance, O Comum dos Mortais, sobre Salazar [Mazarino] e o salazarismo. O retrato do ditador e seus acólitos é tão negro que uma questão se levanta: como é que todo um povo se deixou governar por semelhantes espantalhos? [...]
Dá-se o caso simples de o seu olhar impressionista ser mais lúcido do que o de muitos investigadores sociais que vão trabalhando sobre o tema. A escritora sabe que quer Salazar, quer os portugueses são mortais comuns. Neste aspecto, Agustina Bessa-Luís é também uma mortal comum com o seu bom-senso, com a sua observação ao nível rasteiro dos sentimentos e das coisas. A autora sabe que Salazar era pequenino, de sentimentos mesquinhos, medroso ante a evolução das classes e das ideias; mas sabe também que a arquitectura intelectual e moral do ditador correspondia à pusilanimidade de todo um povo. [...]
[...] O Comum dos Mortais é um romance sarcástico, atravessado por personagens mais ou menos pícaras: a mulher de Salazar / Mazarino lembra irresistivelmente Supico Pinto; António Ferro era desprezado por Salazar, como fora desprezado, no tempo do Orpheu, por Fernando Pessoa; de Fernanda de Castro, nem falemos; a Cerejeira não é dada qualquer importância. Só Bissaya Barreto é tratado com a elevação correspondente à dignidade que sempre soube manter na sua vida.
O Comum dos Mortais é um grotesco cortejo de sombras, que impressiona mais pelo ridículo do que pelo terror que personalidades aqui retratadas causaram em vida aos seus concidadãos. Como foi possível que todo um povo se deixasse governar por espantalhos destes? Uma pintura tão cruel de Salazar e do salazarismo, só Agustina Bessa-Luís a poderia ousar. Os escritores de esquerda foram incapazes.»

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Fundamento e Garantia do Ressurgir Português


[OLIVEIRA SALAZAR]

[Lisboa], 1958
Ministério das Finanças
1.ª edição
25 cm x 18,2 cm
16 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco, miolo impresso sobre papel superior
acabamento do caderno com um ponto em arame, com laçada em passamanes à capa
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo com ténue sombra ácida no verso da capa e na primeira página
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar do interesse residual do texto dos dois discursos ora reproduzidos, um de 1928 e outro de 1940, respectivamente à entrada e à partida de Salazar do Ministério das Finanças, trata-se de um brilhante trabalho tipográfico levado a cabo pela firma Neogravura, casa que averbou na sua história industrial algumas das mais perfeitas edições livreiras em rotogravura.

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Discursos [junto com] Entrevistas



OLIVEIRA SALAZAR

Coimbra, 1935 a 1967
Coimbra Editora, Ld.ª
1.ª edição (todos os volumes)
6 vols. + 1 vol. (completo)
19,5 cm x 14,4 cm
[XXXII págs. + 4 folhas em extra-texto (fac-símile do original manuscrito) + 392 págs.] + [XXIV págs. + 400 págs.] + [XVI págs. + 420 págs.] + [8 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato) + 584 págs.] + [4 págs. + 532 págs.] + [4 págs. + 448 págs.] + [4 págs. + 244 págs.]
subtítulo dos Discursos após o vol. II: Notas Políticas
subtítulo das Entrevistas: 1960-1966
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir os dois últimos vols.
500,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Discursos [junto com] Entrevistas




OLIVEIRA SALAZAR

Coimbra, 1937 a 1967
Coimbra Editora, Ld.ª
1.ª edição (todos, excepto o vol. I [4.ª edição*])
6 vols. + 1 vol. (completo)
19,4 cm x 14 cm
[LXXIV págs. + 392 págs.] + [XXIV págs. + 400 págs.] + [XVI págs. + 420 págs.] + [8 págs. + 1 extra-texto (retrato) + 584 págs.] + [4 págs. + 532 págs.] + [4 págs. + 448 págs.] + [4 págs. + 244 págs.] + 128 págs.
subtítulo dos Discursos após o vol. II: Notas Políticas
subtítulo das Entrevistas: 1960-1966
exemplares em bom estado de conservação, por abrir (excepto o vol. I, com restauros na lombada); miolo limpo
CONJUNTO VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA NO VOL. V, DO AUTOR A JOÃO UBACH CHAVES
550,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Importante esta 4.ª edição, por tratar-se da primeira vez que Salazar inclui um Prefácio de grande fôlego.

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Discursos da Revolução


[BENITO] MUSSOLINI
pref. Italo Balbo
trad. Francisco Morais

Coimbra, 1933
Coimbra Editora, L.da
1.ª edição
19,6 cm x 12,8 cm
4 págs. + 128 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

A parte mais interessante nesta publicação de alocuções já eivadas de autoritarismo diz respeito à inclusão de um tal autor no catálogo da Coimbra Editora... casa onde, sem empecilho de parte a parte, irão fazer-se editar praticamente todos os intelectuais da «resistência» neo-realista portuguesa...

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O Estado Corporativo


BENITO MUSSOLINI

Firenze, 1938
Vallucchi Editore
[1.ª edição]
19,2 cm x 12,8 cm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição italiana em português de um dos textos de referência para a organização dos Estados totalitários, livro que, à época, terá feito furor nos corredores da Assembleia Nacional, e que foi modelo para a política de Salazar.

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Mi Vida con Benito


RACHELE MUSSOLINI
[Albert Zarca]
trad. Julio Gómez de la Serna

Madrid, s.d.
Editorial Perseo
[1.ª edição]
20,3 cm x 14,5 cm
252 págs. + 20 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi a segunda esposa do ditador – à revelia da primeira, Ida Dalser –, mas não esteve presente na hora final de Mussolini, que foi executado com a amante Claretta Petacci. Sobreviveu para contar ao escritor-fantasma Albert Zarca o seu ponto de vista glorioso daquilo que para muitos italianos foram anos de ignomínia totalitária.

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A Vida de Arnaldo


BENITO MUSSOLINI
trad. Francisco Morais

Coimbra, 1935
Coimbra Editora, L.da
1.ª edição
19 cm x 13,4 cm
8 págs. + 144 págs.
composto manualmente e impresso sobre papel superior
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na mesma editora que criou a colecção Novos Prosadores, onde saiu a fina-flor do neo-realismo resistente à política fascista de Salazar, este livro surge integrado numa colecção dita de Prosadores Italianos Contemporâneos, e regista, sentidamente, o prematuro desaparecimento de Arnaldo Mussolini (1885-1931), irmão mais novo do ditador. Foi ele próprio jornalista e também mentor estratégico e espiritual do fascismo.

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Testamento Político de Mussolini



[BENITO MUSSOLINI]
trad. António Garrido Garcia
prefácio de Alfredo Pimenta


Lisboa, 1949
Edições Ressurgimento
1.ª edição
19,2 cm x 13 cm
XXXII págs. + 48 págs. + 14 págs. em extra-texto
subtítulo: Ditado, Corrigido e Rubricado pelo Duce em 22 de Abril de 1945
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Última entrevista do ditador – já preso, a poucos dias da sua execução sumária – ao director do periódico Popolo di Alessandria. Do Prefácio do fascista Alfredo Pimenta:
«[...] Como é que o Papa Pio XII celebra, e com toda a justiça, o nome de um dos autores dos Pactos de Latrão, e não tem sombra de palavra piedosa, humana e caritativa, para o outro, o que foi ignòbilmente massacrado em Dongo por aqueles que levaram ao poder Sua Excelência De Gasperi, Chefe do Governo italiano, que Sua Santidade recebeu em audiência solene? [...]
Nem uma palavra, nem um pensamento! Nada. Mussolini nunca existiu! [...]
Estas minhas palavras, sendo de respeitoso protesto contra este silêncio, e de indignada revolta contra a injustiça e a falta de caridade, são também de enternecida homenagem ao grande e esclarecido espírito que, durante vinte anos, governou a Itália – “domando a anarquia; restabelecendo a ordem; fazendo respeitar a Monarquia; restaurando a Religião; desenvolvendo o poder militar, naval e aéreo; estimulando e amplificando a colonização [...]», etc., etc.

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segunda-feira, dezembro 07, 2015

Ben-Hur


LEWIS WALLACE
trad. José Rosado
pref. Gentil Marques

Lisboa, 1961
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
4.ª edição
19,3 cm x 12,7 cm
480 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a cinta editorial que remete simultaneamente para a versão cinematográfica de William Wyler, com Charlton Heston, e para a então recente edição de O Filho de Ben-Hur, romance da autoria de Roger Bourgeon traduzido por Mário Domingues
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Gentil Martins:
«[...] [Ben-Hur] É, principalmente, um livro de doutrina – mas de uma doutrina simplicista, acessível a todos, que se impregna em nós sem darmos por isso. A doutrina da verdade. A doutrina da justiça. A doutrina dos bons, dos sãos, dos que salvaram o Mundo quando o Mundo ia resvalar pelo abismo do pecado!
[...] Lewis Wallace, que nos deu esta obra tão perdurável – foi, além de escritor, advogado e general do exército americano. Aí está, talvez, a verdadeira razão do seu êxito. Ele soube reunir o raciocínio subconsciente do magistrado com a fluência da pena e com a virilidade máscula do homem que sabe comandar. Em “Ben-Hur” precisamente há de tudo isso um pouco – o sentido da clemência, a defesa dos justos, os arranques de coragem nos momentos de desespero, o estoicismo perante a morte banal, a força de alma que faz erguer novos ideais. [...]»

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«Aos Amigos da Editorial Estúdios Cor» [brindes de Natal]






JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS / BERNARDO MARQUES, O Natal do Clandestino
DOMINGOS MONTEIRO / MANUEL LAPA, O Sortilégio do Natal
ALVES REDOL / LUÍS FILIPE DE ABREU, Noite Esquecida
JOSÉ GOMES FERREIRA / JÚLIO POMAR, O Mundo Desabitado
JORGE DE SENA / PAULO-GUILHERME, A Noite que Fora de Natal
DAVID MOURÃO-FERREIRA / ANTÓNIO PIMENTEL, O Viúvo
ALPHONSE DAUDET / MANUEL LAPA, As Três Missas Rezadas
URBANO TAVARES RODRIGUES / CIPRIANO DOURADO, A Samarra
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN / MANUEL LAPA, Os Três Reis do Oriente
ISABEL DA NÓBREGA / SÁ NOGUEIRA, Já Não Há Salomão...
NATÁLIA NUNES / LIMA DE FREITAS, Ao Menos um Hipopótamo
AUGUSTO ABELAIRA / MARIA KEIL, Ode (quase) Marítima
MANUEL DA FONSECA / MARIA DA LUZ LINO, Tempo de Solidão
ODYLO COSTA, FILHO / CARLOS AMADO, História de Seu Tomé Meu Pai e Minha Mãe Maria
MANUEL FERREIRA / CIPRIANO DOURADO, A Nostalgia do Senhor Lima
JOÃO PALMA-FERREIRA / CATHERINE LABEY, Os Crânioclastas
JOSÉ SARAMAGO / FERNANDO DE AZEVEDO, O Embargo

Lisboa, 1957 a 1973
Estúdios Cor
1.ª edição [única]
colecção completa (17 volumes)
19,3 cm x 12 cm
36 + 32 + 40 + 36 + 40 + 48 + 32 + 32 + 40 + 24 + 32 + 24 + 36 + 28 + 32 + 64 + 32 págs.
cada volume junta a colaboração de um escritor e um artista gráfico ou pintor, sendo alguns muito procurados isoladamente por tratar-se de edições únicas dentro das obras dos respectivos autores
cercaduras das capas acentuadas por relevo seco
exemplares em bom estado de conservação, alguns por abrir
assinatura de posse no volume de Sophia de Mello Breyner Andresen
280,00 eur (IVA e portes incluídos)


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