quinta-feira, setembro 21, 2017

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

mais de 3.200 obras disponíveis nesta montra
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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Barbearia Tiqqun [junto com] Romance Ardente [junto com] Sumo de Limão




RUI BAIÃO
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única, todos]
19 cm x 13 cm
36 págs. + 56 págs. + 36 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplares novos
tiragem de apenas 150 exemplares cada
9,00 eur (cada, IVA e portes incluídos)
20,00 eur (lote dos 3, IVA e portes incluídos)

3 livros de versos, 3 autores com nome firmado, 1 manifesto literário.

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quarta-feira, setembro 20, 2017

Um Marinheiro Romantico – Como Viveu e Morreu José Carlos da Maia


ROCHA MARTINS
BOURBON E MENEZES

Lisboa, s.d. [circa 1924 ?]
Tipografia e Papelaria America
[1.ª edição]
19,5 cm x 13,1 cm
36 págs. + 7 folhas em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura destacada no movimento e na governação republicanos, foi assassinado na Noite Sangrenta de 1921. A vertente edição surge no contexto dos esforços da viúva, Berta Maia, para encontrar os responsáveis pelo crime.

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Poema para uma Bailarina Negra



ALFREDO MARGARIDO
desenho de António Areal

Porto, 1958
Edições Folhas de Poesia*
1.ª edição
16,3 cm x 23,1 cm (oblongo)
24 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o ano do início da conspiração no Café Gelo que dará origem editorial aos cadernos surrealistas A Antologia Em 1958, a cargo de Mário Cesariny. É o ano da publicação de No Reino da Dinamarca, de Alexandre O’Neill, e de Luz Central, de Ernesto Sampaio. É o ano da campanha eleitoral à Presidência da República que porá Humberto Delgado na corrida pelo lado da oposição ao regime fascista...
Neste contexto surge Bailarina Negra, que Maria de Fátima Marinho analisa detalhadamente em O Surrealismo em Portugal (Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1987):
«[...] Alfredo Margarido, que já tinha tido um papel importante em actividades surrealistas em África, se vai revelar como um poeta com uma enorme influência da estética parisiense. O poema está repleto de imagens estranhas, que seguem de perto as usadas por Breton e pelos grupos [surrealistas] portugueses [...].
A concepção hermética do cosmos, proveniente da tradição da Cabala e aproveitada pelos surrealistas, tem também os seus ecos no livro de Margarido [...].»

* É em absoluto o primeiro livro da responsabilidade editorial de José da Cruz Santos, hoje reconhecido editor, que nos lega um catálogo de referência para qualquer aprendiz de publicar livros, a Editorial Inova (Porto), cuja importância cultural e cívica se encontra acima de qualquer dúvida.

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segunda-feira, setembro 18, 2017

Sonetos Mínero-Metállicos


ANTÓNIO AMARGO
ANTÓNIO DOCE

Coimbra, 1917
Typographia França Amado
1.ª edição [única]
19,1 cm x 12,4 cm
48 págs.
subtítulo: Preciosismo Metállico
exemplar muito estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA ASSINADA PELOS DOIS AUTORES
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tratam-se dos pseudónimos, respectivamente, dos figueirenses António Correia Pinto de Almeida (1886-1933) e António Mariano da Cunha Goulart (1899-1926), então estudantes em Coimbra. Diz-nos Rita Marnoto no seu artigo «Futuristas na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Décadas de 1910 e de 1920» (in Foro das Letras, n.º 19-20, Coimbra, Dezembro de 2010):
«[...] significativo número de estudantes de Direito que, nas décadas de 1910 e de 1920, aderiram e propolsionaram o Futurismo. Na verdade, respiravam-se, na Faculdade de Direito, as grandes tendências intelectuais que alastravam pela Europa.
O primeiro desses estudantes foi Francisco Lopes de Azevedo Coelho de Matos Castelo Branco Levita [...].
Francisco Levita e Almada Negreiros têm um património de vivências comuns. [...] ambos estiveram ligados, durante um certo período, que para Almada foi breve, ao ambiente estudantil de Coimbra. [...]
Ligados a esse grupo, vamos encontrar dois contemporâneos de Levita na Faculdade de Direito, embora mais novos, António Mariano da Cunha Goulart, que nela entrou em 1915-1916, e Luís Joaquim Pinto, que se inscreveu no ano seguinte. [...]
Por sua vez, António Goulart, juntamente com um outro figueirense, António Correia Pinto de Almeida, editaram um livro de Sonetos mínero-metálicos, em 1917, assinado por Amargo Doce {chaveta} ãa Antonio (sic), que, logo na sua dedicatória, adopta a mesma linha de provocação a Júlio Dantas: “Ao Sr. Júlio Dantas, médico em literatura e literato em medicina, ourives mimoso da forma e supremo joalheiro do ritmo.” [...].»

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Os Assassinos da Beira


JOAQUIM MARTINS DE CARVALHO

Coimbra, 1922
Coimbra Editora, L.da – Antiga Livraria França & Arménio
2.ª edição
20,1 cm x 13,3 cm
VIII págs. + 450 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Novos apontamentos para a Historia Contemporanea
exemplar estimado, restauros pontuais na capa; miolo limpo, parcialmente por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assassinos – os da vertente espécie – foram, por exemplo, João Brandão, cuja saga da sua existência é aqui vastamente esplanada.

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O Marquez de Pombal á Luz da Philosophia


ANGELINA VIDAL

Lisboa, 1882
Imprensa da Viuva Sousa Neves
1.ª edição
20,5 cm x 14,3 cm
32 págs.
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo, parcialmente por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poema dedicado a Camilo Castelo Branco, perante quem Angelina Vidal (1853-1917) se justifica assim nas páginas de abertura:
«[...] No meio d’este anemico paiz vibra ainda uma corda vocal, a ultima – é a maledicencia. [...]
Insultar é uma necessidade tão inherente ao organismo patrio, que se o indigena não houvera a quem fazel-o, insultar-se-hia a si mesmo.
[...] Democrata convicta, e evangelisadora do livre exame – em ethica, sciencia, e politica, manifesto amplamente as opiniões do meu espirito, com a altiva independencia de quem se habituou a superar os diques verminosos da sórdida mesquinhez.
Por isso estendo fraternamente a mão ao glorioso mestre da patria lingua, e saúdando o fecundo engenho do athleta da litteratura portugueza, offereço-lhe despretenciosamente estes humildes versos.»
E seguem versos notáveis, de louvor ao marquês – a cumprir-se então o centenário da sua morte –, entre os quais avultam estes:
«[...] Cantae, Democracia, o espirito do bravo,
Que o nivel fez rolar por sobre a Sociedade,
Prostrando o jesuitismo, ou libertando o escravo,
Quebrando á inquisição as garras da maldade. [...]»

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Génio e Desventura de Angelina Vidal


RAÚL ESTEVES DOS SANTOS

Porto, 1954
Cooperativa do Povo Portuense
1.ª edição
24,8 cm x 19,1 cm
132 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, com acidez ocasional nas primeiras e últimas folhas
valorizado pela dedicatória manuscrita da filha do Autor, Maria de Lourdes Esteves dos Santos de Freitas Ferraz
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Preciosa conferência de pendor biográfico, raro trabalho de investigação acerca das adversas condições intelectuais e de vida quotidiana em que Angelina Vidal teve que subsistir. Volume que se completa com uma breve antologia da feminista libertária.

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Figuras Gradas de A Voz do Operário


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1936
Edição da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário
1.ª edição [única]
fora do mercado
21,6 cm x 13,7 cm
68 págs.
subtítulo: Palavras pronunciadas no Salão de Festas de «A Voz do Operário», no dia 19 de Abril de 1936, na solene inauguração de duas lápidas evocativas das individualidades que á Sociedade e ao jornal prestaram assinalados serviços
exemplar estimado; miolo limpo, esparsos sinais de foxing na capa e nas primeiras e últimas páginas
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A BOURBON E MENEZES
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alocução pública em que o ensaísta tece breves apontamentos panegíricos, entre outros, de Oliveira Martins, Augusto Fuschini, Dantas Baracho, João Franco, F. J. Ferreira do Amaral, João de Freitas Branco, Sidónio Pais, António Granjo, Costa Godolfim, Adolfo Coelho, Sebastião Magalhães Lima, Angelina Vidal, Fernão Boto Machado, etc.

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domingo, setembro 17, 2017

Spécimens d’Écritures Arabes pour la Lecture des Manuscrits Anciens et Modernes



PAR UN PÈRE DE LA Cie DE JÉSUS

Beirute, 1888
Imprimerie Catholique
2.ª edição («corrigée et augmentée»)
texto em árabe e francês
22,8 cm x 14,3 cm
202 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, restauro nas faltas de papel da capa; miolo limpo
ostenta no frontispício carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro destinado a arabistas. Não é propriamente um prontuário, mas sim um repositório de variantes caligráficas, distinguindo os diferentes estilos de escrita árabe, aqui recolhidos na Síria, no Egipto, na Mesopotâmia, na Argélia e na Turquia. A ideia do anónimo padre jesuíta foi identificar, comparativamente, alguns modelos, a fim de servir de auxílio a estudiosos e professores na decifração de documentos manuscritos.

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Taxi de Papel


MICHEL HORTA E COSTA

Figueira da Foz, 1980
Ediciones Arthausy
1.ª edição
texto em castelhano
22,2 cm x 16,9 cm
28 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Michel Horta e Costa (1953-1993) evidenciou-se como pintor, tendo exposto largamente, sobretudo no estrangeiro, países em cujos museus se encontra representado. Por cá, apenas a Figueira da Foz lhe reconheceu mérito. Além das artes plásticas, conhecem-se-lhe quatro livros de versos em língua castelhana.

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The Pentateuch and Haftorahs



[J. H. HERTZ, versão e comentários]

Londres, 5722-1962
Soncino Press
2.ª edição
bilingue hebreu / inglês
25,3 cm x 17,8 cm
X págs. + 2 págs. + 1.068 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro e relevo seco na lombada
exemplar estimado, com algum desgaste nos vértices da encadernação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pentateuco, ou os cinco livros de Moisés – um código de leis civis e religiosas, mas também do ensinamento divino entre o povo de Israel.

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Vinte Capítulos do Alcorão


SULEIMAN VALY MAMEDE (trad.)

Lisboa, 1977
Comunidade Islâmica de Lisboa
2.ª edição
bilingue árabe / português
27,2 cm x 18 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior, acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa empoeirada, vinco no topo; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui a tradução do 1.º e dos capítulos 96.º a 114.º, feita no sentido de divulgar entre nós a doutrina islâmica ou muçulmana, «[...] que é actualmente seguida por mais de setecentos milhões de seres humanos, em todo o mundo, dos quais cerca de três milhões e meio são de expressão portuguesa, nomeadamente em Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Timor-Leste, Macau e Portugal» (da Nota Prévia do tradutor).

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A Vida de Harun Al-Rachid


GABRIEL AUDISIO
trad. José Saramago

Lisboa, Março de 1965
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
21 cm x 14 cm
208 págs.
variante “pobre” da capa
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Harun Al-Rachid, remoto califa do espaço geográfico hoje ocupado pelo Iraque, então uma terra de alta prosperidade e altos desígnios científicos e artísticos, ao seu nome e ao do seu reinado ficaram ligadas as mais belas histórias da tradição oral sarracena – as Mil e Uma Noites. Gabriel Audisio (1900-1978), seu poeta-biógrafo, activista da Resistência francesa durante a ocupação nazi, para além do legado de uma vasta obra literária multifacetada foi o director do periódico marselhês Cahiers du Sud.

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Shri Lakshminarain Temple


[ANÓNIMO]

Nova Deli, 1980
All-India Arya (Hindu) Dharma Sewa Sangha
s.i.
bilingue inglês-sânscrito
23,7 cm x 18,6 cm
20 págs.
profusamente ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar estimado, sinais de lepisma na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pequena monografia espiritual, destinada aos visitantes do templo hindu construído por Seth Raja Baldeodas Birla quase dois mil anos antes da nossa era.

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sexta-feira, setembro 15, 2017

A União Iberica e a Candidatura d’El-Rei D. Fernando


ANTONIO RODRIGUES SAMPAIO
EDUARDO COELHO
LUCIANO CORDEIRO
PINHEIRO CHAGAS

Lisboa, s.d. [1877, seg. BNP]
Empreza Litteraria de Lisboa (Officina Tipographica de J. A. de Mattos)
1.ª edição
19,4 cm x 12,6 cm
208 págs.
subtítulo: Resposta ao livro do sr. Fernandez de los Rios «Mi Mission en Portugal»
boa encadernação em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada e no remate da pele, assinada Invicta Livro na seixa
não aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Areal


TOMÁS JORGE
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1961
Imbondeiro
1.ª edição
17 cm x 12,5 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro do filho do poeta Tomás Vieira da Cruz.

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Poesia Angolana


TOMAZ VIEIRA DA CRUZ
selec. e pref. Mário António
capa de Neves e Sousa

Lisboa, s.d. [circa 1961]
Edição da Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
16,1 cm x 11,5 cm
64 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do crítico literário José Palla e Carmo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor, embora tendo nascido e falecido (1900-1960) em Portugal continental, a sua longa permanência em Angola fez dele um dos pioneiros de uma poesia angolana de consciencialização do povo local e do seu direito à independência.

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Tatuagem


TOMAZ VIEIRA DA CRUZ
desenho do pintor Mário dos Reis

Lisboa, 1941
[ed. Autor]
1.ª edição
21,2 cm x 14,5 cm
106 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poesia d’África
capa em papel revestido a camurça com cromo colado
impresso sobre papel superior creme
folha de rosto impressa a três cores
exemplar com falhas de papel na capa; miolo limpo, parcialmente por abrir
valorizado pela assinatura do Autor
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta nascido no Continente, mas de expressão crioula, ou, como diz Manuel Ferreira no seu ensaio Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa (vol. II, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977): ele «[...] retoma, sem talvez tomar consciência disso, algumas das fugazes experiências poéticas oitocentistas. O projecto de uma semântica angolana é, em certa medida, alcançado. [...] Parece evidente que a novidade vem do facto de Tomaz Vieira da Cruz tentar uma “descolonização” de si próprio, procurando a adesão ao universo africano. [...]»

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Quissange


TOMAZ VIEIRA DA CRUZ
capa de Neves e Sousa

s.l. [impresso no Porto], 1971
Lello – Angola
1.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
204 págs.
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião póstuma da obra poética «de motivos africanos» de Vieira da Cruz, conforme indicações por si deixadas.

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quinta-feira, setembro 14, 2017

A Ilha de Próspero


RUI KNOPFLI
pref. Alexandre Lobato
capa (posterização) de Carlos Leitão

Lourenço Marques, 1972
Edição Minerva Central
1.ª edição
31,6 cm x 24,6 cm (álbum)
140 págs.
subtítulo: Roteiro Privado da Ilha de Moçambique
profusamente ilustrado com fotografias de Rui Knopfli
encadernação editorial impressa a dourado na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mangas Verdes com Sal


RUI KNOPFLI
pref. Eugénio Lisboa
capa de António Quadros

s.l. [Moçambique], 1969
Tipografia Globo, Lda. / Colecção N’Goma [ed. Autor]
1.ª edição
22,2 cm x 16,3 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o poeta Sebastião Alba na sua nota à segunda edição:
«Li Mangas Verdes à noite, e apeteceu-me acordar os amigos: – Vejam, as esquinas sempre duras dos seus versos dobram um alto espaço poético. [...] Dizem-me que é difícil conviver consigo. Como não manter-se em guarda um guardador de mitos seus, que tombarão, se esboroarão, com ele, sob o vento branco das estrelas? [...]»

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O Escriba Acocorado


RUI KNOPFLI
posfácio do poeta Eugénio Lisboa


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 15,7 cm
72 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre a cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta, jornalista e diplomata de origem moçambicana, ex-colónia ultramarina de onde partiu, em 1975, para Londres, indo exercer funções de conselheiro de imprensa na Embaixada de Portugal. Juntamente com o poeta João Pedro Grabato Dias, terão sido os simpáticos cadernos periódicos Caliban o cerne irradiante da sua aventura poética africana.

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quarta-feira, setembro 13, 2017

Mistérios da Praia da Rocha


MARCOS ALGARVE

Vila Nova de Famalicão, 1926
Tipografia «Minerva», de Cruz, Sousa & Barbosa, L.da
1.ª edição
22,2 cm x 14,9 cm
336 págs.
exemplar estimado, capa levemente manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Marcos Algarve, um dos pseudónimos do republicano Francisco Marques da Luz (1875-1960), foi um autodidacta, presidente de município e comerciante em Portimão, legou-nos uma escrita que se estendeu pelo conto, as memórias de viagens e políticas, o jornalismo. (Fonte: Anuário Artístico e Literário de Portugal para 1948, Agência UPI – União Portuguesa de Imprensa, Lisboa, 1948)

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Romanceiro e Cancioneiro do Algarve (Lição de Loulé)


FRANCISCO XAVIER D’ATHAIDE OLIVEIRA

Porto, 1905
Typographia Universal (A Vapor), com o selo da Livraria Ferreira – Ferreira & Oliveira L.da (Lisboa)
1.ª edição
21,2 cm x 14 cm
432 págs.
subtítulo: Contos Tradiccionaes do Algarve em Verso
exemplar estimado, capa com vestígios de antiga fita-gomada e restauros na lombada; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Meu Algarve


JOÃO LUCIO

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
194 págs.
encadernação recente inteira em tela com a capa anterior de brochura espelhada
aparado à cabeça
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Lúcio Pousão Pereira (1880-1918), poeta algarvio sobrinho do pintor Henrique Pousão, evidenciou-se na vida profissional como deputado monárquico eleito, durante o governo de João Franco.

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Terra Morena


CÉSAR DOS SANTOS

Lisboa, 1965
Início
1.ª edição
21,5 cm x 14,8 cm
552 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Rigorosamente, este livro é um poema de amor filial: o hino erguido por um Algarvio à terra que lhe foi berço e ao contacto da qual, como Anteu, revigora o seu magnífico talento de homem de letras.
Romance seria a palavra justa, se lhe não andasse adstrita a ideia da invenção. Mas nada neste livro é inventado. Pelo contrário, se algum propósito teve o autor, foi o de retratar fielmente o Algarve em tudo quanto ele tem de feiticeiro.»

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Musa Algarvia



aa.vv.
ilust. Roberto Nobre

Lisboa, 1927
Empresa Cooperativa d’Arte e Publicidade «Ressurgimento»
1.ª edição
19,7 cm x 13,2 cm
112 págs.
subtítulo: Versos inéditos de poetas do Algarve escritos expressamente para este livro, cujo producto reverte a favor do Hospital da Misericordia de Faro
ilustrado com vinhetas encabeçando os poemas
encadernação recente de fantasia em tela com rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre outros, encontram-se aqui poemas de Bernardo de Passos, Coelho de Carvalho, José Dias Sancho, Rui Santos, etc.

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Algarviana


MÁRIO LYSTER FRANCO

Faro, 1982
Edição da Câmara Municipal de Faro
1.ª edição
volume I – A-B [único publicado]
22,2 cm x 17,2 cm
X págs. + 394 págs.
subtítulo: Subsídios para uma bibliografia do Algarve e dos autores algarvios
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita de Josefina Lúcio de Azevedo, esposa do republicano Aníbal Lúcio de Azevedo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da vida e obra de Mário Augusto Barbosa Lyster Franco (1902-1984) diz-nos José Carlos Vilhena Mesquita o essencial, na página electrónica Algarve – História e Cultura: Mário Lyster Franco – figura modelar do regionalismo algarvio, e daí é de citar, a propósito da vertente obra:
«Trabalhei nessa obra-mestra da cultura algarvia desde 1980 até meados de 1984. Verifiquei então que os verbetes estavam apenas “alinhavados” e que as entradas biobibliográficas estavam paradas desde 1940. Inclusivamente a maioria dos autores contemporâneos estavam por fazer. Fiz a actualização do 1.º volume e comecei a fazer o 2.º volume, cujos trabalhos tive de interromper porque a Câmara na altura se desinteressou pela edição da obra. Profundamente chocado com essa atitude o Dr. Lyster Franco deixou-se cair num estado de prostração física, de afasia intelectual e de desinteresse pela vida. Cegou num ápice e entrou num estado de senilidade galopante que obrigou ao seu internamento numa instituição hospitalar nos arredores de Lisboa, onde viria a falecer pouco depois. [...]»

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A Serra da Estrela e o Herminismo em Pleno Desenvolvimento


F. MENDES PÓVOAS

Lisboa, 1957
Papelaria Fernandes Livraria
1.ª edição
17 cm x 12,2 cm
116 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um memorial das terras e das gentes da Serra da Estrela, em que a cultura local e os costumes são recordados sob um olhar romântico, mas também pedagógico.

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Alfaias Agricolas [ou: Exposição de Alfaia Agricola na Real Tapada da Ajuda em 1898]




REAL ASSOCIAÇÃO CENTRAL DA AGRICULTURA PORTUGUEZA
[Henrique de Mendia
Carlos Augusto Borges de Sousa
João Alves de Almeida Araujo
B. C. Cincinato da Costa
José Maria dos Santos
Sertorio do Monte Pereira
D. Luiz de Castro]


Lisboa, 1898
Imprensa Nacional
1.ª edição
25,3 cm x 16,4 cm
296 págs.
subtítulo: Documentos – Introducção, Programma, Regulamento, Jurys, Catalogo Illustrado, Lista dos Premiados e Opinião da Imprensa
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esplêndido catálogo de exposição realizada aquando do 4.º centenário do descobrimento da Índia. Constitui um detalhado acervo para a arqueologia industrial agrária.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Monsanto, Terra de Sonho


ANTUNES DE PAIVA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1944
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,1 cm x 12,8 cm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Monsanto – A Aldeia mais portuguesa de Portugal



FRANCISCO BARBOSA PEREIRA CORREIA
fotos de Luís Filipe Camejo

Lisboa, 1986
s.i.
2.ª edição
22 cm x 16,5 cm
24 págs.
subtítulo: Roteiro: O seu Castelo – As suas lendas – Como Monsanto ganhou o “Galo de Prata”
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve monografia desta “aldeia” situada no concelho de Idanha-a-Nova e melhor designada por Monsanto da Beira. Foi-lhe atribuído, em 1938, um prémio do Estado, sob a égide cultural de António Ferro, que pretendeu pôr em destaque tradições populares e folclóricas nacionais e nacionalistas. Monsanto já carreava no seu velho castelo uma história de resistência ao invasor espanhol, e agora, certamente, pelo menos em símbolo senão na prática, constituía posto de vigilância à fuga desesperada dos perseguidos da guerra civil no país vizinho.

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Monsanto – Etnografia e Linguagem


MARIA LEONOR CARVALHÃO BUESCU
capa de Rui Ligeiro


Lisboa, s.d. [1984]
Editorial Presença
2.ª edição
24 cm x 17 cm
328 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Situada perto de Idanha-a-Nova (Beira Baixa), pela sua autenticidade Monsanto foi considerada pelo SNI – Secretariado Nacional de Informação, em 1938, a aldeia mais portuguesa de Portugal com a atribuição do Galo de Prata, cuja réplica os monsantinos exibem ainda hoje no cimo da Torre de Lucano. O estudo da autora, datado de 1958, veio conferir propriedade a esse prémio, e constituiu a sua tese de licenciatura em Filologia Clássica.

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terça-feira, setembro 12, 2017

As Canções de António Botto



ANTONIO BOTTO
posf. José Régio e Manuel Teixeira Gomes
[ilust. Eduardo Malta ?]

Lisboa, s.d. [1940, seg. BGUC]
s.e. [Tipografia Henrique Torres]
s.i.
18,9 cm x 12,2 cm
376 págs. (não numeradas) + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
é o n.º 142 da «tiragem especial e restrita, fora do mercado, rubricada e numerada pelo autor»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne-se aqui não só toda a poesia de António Botto, mas ainda o livro Cartas que Me Foram Devolvidas, onde o poeta pungentemente se defende da chacota com que o país sempre o envergonhou:
«Tenho direito ás minhas ideias embora não tenha direito à minha vida. Das minhas Canções, da minha arte, muitissima coisa se tem dito! E eu ainda nem sequer tentei explicar publicamente este ou aquele pormenor erradamente comprehendido. Explical-os, – para quê? Os inferiores teem outro entendimento e falam outra linguagem... [...].»

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Cantares




ANTONIO BOTTO, versos
NICOLAU D’ALBUQUERQUE FERREIRA, composição musical
ANTONIO CARNEIRO, ilust. principais
ilust. Antonio de Brederode Amorim e Antonio Quaresma

Lisboa, 1928
Sassetti & C.ª
2.ª edição
28,2 cm x 24,7 cm
64 págs.
profusamente ilustrado a sépia
impresso sobre papel de gramagem superior
encadernação em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada, autenticada Fersil – Porto na seixa
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Canções


ANTONIO BOTTO
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
nova edição definitiva (17.º milhar)
17,8 cm x 12,8 cm
208 págs.
subtítulo: Nova Edição Definitiva de Toda a Obra Poética do Autor com Oito Canções Inéditas e um Estudo Crítico de Teixeira Gomes Antigo Chefe de Estado
composto manualmente
exemplar com o miolo em estado muito aceitável, com alguns picos de humidade; assinatura de posse no frontispício
peça de colecção
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz Manuel Teixeira-Gomes na Marginalia que encerra o volume: «[...] Ah! como se pode ainda pôr em duvida que o amôr opéra milagres. Se milagres ha ou houve jamais, é no amôr que se lhe deve procurar a origem, porque só elle possue o dom divino de os fazer. A inspiração poetica é um milagre do amôr, que se revela rythmado, á semelhança do pulsar do coração... [...]»
Acrescentamos que a homossexualidade do autor acabou por, na boca depreciativa da crítica “literária” da sua época, sobrepor-se à excelência da sua arte.

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Canções


ANTONIO BOTTO

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
nova edição definitiva (17.º milhar)
17,7 cm x 12,7 cm
208 págs.
subtítulo: Nova Edição Definitiva de Toda a Obra Poética do Autor com Oito Canções Inéditas e um Estudo Crítico de Teixeira Gomes Antigo Chefe de Estado
composto manualmente em Elzevir
luxuosa encadernação inteira de pele com nervuras pontuadas e ferros a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas
aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, setembro 11, 2017

Lima de Freitas [catálogo]


aa. vv.

Setúbal, 1984
Museu de Setúbal – Convento de Jesus
1.ª edição (bilingue português-francês)
24 cm x 21,2 cm (álbum)
210 págs., uma das quais desdobrável e vinte e oito delas em papel avergoado creme
subtítulo: Retrospectiva, 1946-1984
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre as participações escritas contam-se textos de Ernesto de Sousa, Arquimedes da Silva Santos, António Quadros, Natália Correia, David Mourão-Ferreira, Joaquim Paço d’Arcos e um poema inédito de Alexandre O’Neill, que lhe é pessoalmente dirigido.

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Pintura Incómoda


LIMA DE FREITAS

Lisboa, 1965
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
21,1 cm x 13,6 cm
224 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de breves ensaios sobre pintura e os assuntos que lhe estão relacionados.

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