quarta-feira, novembro 22, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Tratado do Jôgo do Boston e História das Cartas de Jogar



[JOSÉ] HENRIQUES DA SILVA
EGAS MONIZ

Lisboa, 1942
Editorial Ática
1.ª edição («tiragem limitada»)
25,5 cm x 19,5 cm
326 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação de amador recente inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura, que é impressa a duas cores directas com a ilustração relevada a resina
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE EGAS MONIZ
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Administração Municipal de Lisboa durante a 1.ª Dinastia (1179-1383)


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1951
Separata da «Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa»
1.ª edição
24 cm x 16,5 cm
180 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro tosco na lombada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Descripção Geral de Lisboa em 1839


P. [PAULO] P. [PERESTRELO] DA CAMARA

Lisboa, 1839
Na Typographia da Academia das Bellas Artes
1.ª edição [única]
15,7 cm x 10,3 cm (brochura) [16,8 cm x 11 cm (estojo)]
4 págs. + IV págs. + 190 págs. + 2 págs.
subtítulo: Ou Ensaio Historico de tudo quanto esta capital contem de mais notavel, e sua historia politica e literaria até o tempo presente
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
acondicionado num estojo de fabrico recente
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Paulo Perestrelo da Câmara nasceu no Funchal em 1810 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro a 4 de Fevereiro de 1854. Embora não se disponha de muitos dados biográficos, sabe-se que viveu em Lisboa e que em 1841 viajou para o Brasil. Regressou em 1853, mas permaneceu pouco tempo na Europa, regressando ao Rio de Janeiro, onde veio a falecer. Da sua obra literária, para além da vertente, salientamos: Breve Notícia Sobre a Ilha da Madeira (Lisboa, 1841), Novo Tratado de Arithmética Comercial (Rio de Janeiro, 1846), Diccionário Geográphico, Histórico, Político (Rio de Janeiro, 1850) e Grammatica das Grammaticas da Língua Portuguêza (Rio de Janeiro, 1850). Considerando o conjunto das obras que publicou, é possível observar que Perestrelo da Câmara se dedicou ao estudo da matemática e à redacção de textos sobre história e geografia de Lisboa e Portugal. As suas obras, apesar de algumas imprecisões, revelam um autor preocupado com a história e a memória do país. (Fonte: Aprender Madeira, pág. electrónica)

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Album [da Empreza Madeirense de Tabacos Lda]




[PERESTRELOS]

Funchal, s.d. [circa 1927]
Empreza Madeirense de Tabacos Lda
1.ª edição [única]
álbum: 14,9 cm x 22,9 cm (oblongo)
cada prova fotográfica: 4,3 cm x 6,2 cm
20 págs. (não num.)
ilustrado com 101 fotografias (provas em gelatina e prata / papel de revelação)
elegante cartonagem editorial forrada a papel marmoreado impresso a ouro e com fotografia colada na pasta anterior, lombada em tela, miolo em vergé rude
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo, provas fotográficas nítidas
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Casa Perestrelos, estúdio de fotografia fundado na Madeira por Manuel de Olim Perestrello (1854-1929) e continuado pelos filhos Eduardo de Olim Perestrello (1884-1947) e Manuel de Olim Perestrello, Júnior (1893-1980). Apesar da importância cultural e da vastidão dos testemunhos deixados por esta família de profissionais, António Sena, no seu impressionante livro História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997 (Porto Editora, 1998), refere-se somente ao sénior num mero elenco de fotógrafos de província. O vertente álbum, edição da Empresa Madeirense de Tabacos, é constituído por 101 provas fotográficas coleccionáveis, distribuídas unitariamente nas embalagens dos seus produtos, e que documentam aspectos da geografia, da paisagem, da toponímia, da visita de personalidades e da vida quotidiana na Madeira no início do século XX. Para além de hotéis e locais de diversão, alguns dos quais já desaparecidos ou irreconhecíveis, é de assinalar o registo vivo dos seguintes temas populares: «fabricantes de obra de verga», «bordadeiras», «transporte de vinho», etc. Há ainda que destacar alguns conjuntos temáticos, como o da chegada do avião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral à Baía do Funchal, ou a chegada do avião pilotado por Moreira Campos e Neves Ferreira, o conjunto de fotos dos festejos do V Centenário da Madeira em 1922, vários outros relativos às equipas ou a jogos de futebol do clube Marítimo, e, acima de tudo, o núcleo que documenta o combate contra um submarino alemão e afundamento do vaso de guerra português.

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terça-feira, novembro 21, 2017

História de Moçambique


SOL CARVALHO, coord.
et alli
capas de João Craveirinha
ilust. e mapas de Eduardo Medeiros, Leonard Adamovitch, João Morais e Gerhard Liesegang
grafismo de Eugénio Aldasse

s.l. [Maputo], 1982 e 1983
Departamento de História da UEM / Cadernos Tempo
1.ª edição
2 volumes (completo)
20,9 cm x 14,9 cm
160 págs. + 336 págs.
subtítulos: vol. 1 – Primeiras sociedades sedentárias e impacto dos mercadores (200/300-1886); vol. 2 – Agressão imperialista (1886-1930)
exemplares muito estimados; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra pedagógica publicada no âmbito do IV Congresso do Partido Frelimo, sob a orientação do jornalista da Rádio Moçambique e cineasta Sol de Carvalho (n. 1953).

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História de Moçambique


FRELIMO

Porto, 1971
Edições Afrontamento / Departamento de Educação e Cultura da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO)
[1.ª edição ?]
23,4 cm x 15,7 cm
8 págs. + 84 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de referência para o país que, subterraneamente então, começava a emergir, definindo uma história do ponto de vista de um povo sob ocupação forçada. Um exemplo, de passagem:
«[...] A economia portuguesa não tinha força para explorar as colónias. Foi assim que o capital estrangeiro começou a explorar o povo de Moçambique por meio da Companhia de Moçambique, Companhia da Zambézia, Companhia do Niassa, Companhia do Boror, Companhia do Luabo, Societé du Madal e Sena Sugar Estates.
Em 1900 a área de Moçambique ocupada por estas companhias era superior a dois terços da superfície total do país.
A mais importante destas companhias, fundada em Fevereiro de 1891, era a Companhia de Moçambique. Os capitais (dinheiro) na base desta companhia vieram da Alemanha, Inglaterra e da África do Sul e somavam ceca de 5.000.000 dólares. A Companhia ficava a governar toda a actual província de Manica e Sofala durante 50 anos.
O governo português devia receber 7,5 por cento do total dos lucros. A Companhia tinha o monopólio do comércio, da indústria mineira, da pesca, das pérolas, da caça dos elefantes, etc. A Companhia tinha direito de cobrar os impostos, entre os quais o imposto de palhota que é uma fonte segura e inesgotável de mão-de-obra. A Companhia tinha também o direito de construção de estradas, portos e outras vias de comunicação e ainda o direito de fazer pequenas concessões a outros. Tinha também o direito de cultivar o seu território. Todas as terras que tivessem sido cultivadas pela Companhia ficavam-lhe a pertencer depois de terminada a concessão (prazo). Outros direitos da Companhia eram os bancos, os serviços postais e a administração. A sede desta companhia passou a ser a cidade da Beira. A Companhia construiu o caminho de ferro para Umtali e o porto da Beira para servir os interesses da economia da Rodésia e da Zâmbia. [...]»

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Poesia de Combate 2


aa.vv.

s.l. [Moçambique], 1977
Frelimo – Edição do Departamento de Trabalho Ideológico
1.ª edição
21,5 cm x 15,2 cm
132 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de poemas de militantes revolucionários da Frelimo, sendo a última parte dedicada à evocação da memória de Josina Machel. Destacam-se os nomes de Rui Nogar, Marcelino dos Santos e José Craveirinha.

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A Habitação Indígena na Guiné Portuguesa


A. TEIXEIRA DA MOTA
MÁRIO G. VENTIM NEVES, ilust.
et alli
capa de Martins Costa

Bissau, 1948
Centro de Estudos da Guiné Portuguesa
1.ª edição
23,6 cm x 16,5 cm
564 págs. + 4 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Porto da Beira



MINISTÉRIO DO ULTRAMAR

Lisboa, 1952
Agência Geral do Ultramar – Divisão de Publicações e Biblioteca
1.ª edição
vol. I [único publicado]
23,5 cm x 16,2 cm
364 págs. + 34 desdobráveis (grande formato) em extra-texto + 16 folhas em extra-texto
subtítulo: Projecto da Construção dos Cais n.os 6 e 7
exemplar muito estimado, sinais de foxing na capa; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exame sobre o Tratado Relativo a Bahia e Territorio de Lourenço Marques Concluido entre Portugal e a Inglaterra em 30 de Maio de 1879 e Respectivos Protocollo e Artigo Addicional e sobre a Alliança Luso-Britannica


VISCONDE DA ARRIAGA

Lisboa, 1882
Lallemant Frères, Typ. – Fornecedores da Casa de Bragança
1.ª edição
23,6 cm x 15,5 cm
152 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO E ESTUDO
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Pinto de Magalhães (1819-1892), visconde e conde de Arriaga, foi par do Reino e governador-geral de Moçambique. Amigo próximo de Rodrigues Sampaio e de Fontes Pereira de Melo, «[...] acceitou por dedicação partidaria, a propriedade da Revolução de Setembro, fundada por José Estevão e glorificada por Sampaio, e como promettera a José Estevão nunca deixar passar a mãos estranhas o jornal, sustentou-o sempre, apesar de muitos sacrificios e de soffrer bastantes dissabores. [...]» Foi também um dos directores da Companhia das Águas de Lisboa. (Fonte: Esteves Pereira / Guilherme Rodrigues, Portugal – Diccionario Historico, Chorographico, Heraldico, Biographico, Bibliographico, Numismatico e Artistico, vol. I, João Romano Torres – Editor, Lisboa, 1904)
Pelo vertente tratado luso-britânico, Portugal garantia a soberania sobre a baía de Lourenço Marques e a ocupação dos territórios a norte do Ambriz na foz do rio Zaire, contra a pretensão de Inglaterra, que, no entanto, ficava com direito de preferência na eventualidade de Portugal vir a alienar a sua posse. No que dizia respeito propriamente à baía e seu porto, no essencial acordava-se em proceder às obras necessárias à sua melhor operacionalidade mercantil e à necessária adaptação como terminal do futuro caminho-de-ferro de saída do Transval para a costa.

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Costa de Moçambique – Guia de Navegação


LEOTTE DO REGO

Lisboa, 1904
Imprensa Nacional
1.ª edição
24,7 cm x 16,8 cm
2 págs. + XXXVIII págs. + 600 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação sóbria em tela com rótulo gravado a ouro na lombada e marca do distribuidor (Livraria Ferin) ao baixo
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na folha-de-guarda e no frontispício
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jaime Daniel Leotte do Rego (1867-1923) foi militar e oficial da Marinha, tendo atingido o posto de contra-almirante. Destacou-se nas colónias, em especial em Moçambique, onde realizou estudos geográficos, entre os quais a verificação da navegabilidade do rio Zambeze e o registo metódico das ocorrências relevantes para a navegação ao longo de toda a costa moçambicana, cuja qualidade podemos confirmar na vertente obra. Por altura da implantação da República era ele governador de São Tomé, mas veio a aderir ao novo regime, que lhe confirmou a continuidade no cargo. Foi activo opositor à ditadura de Pimenta de Castro. Durante a I Guerra Mundial, no comando da divisão naval que defendia a costa portuguesa, assumiu, a 23 de Fevereiro de 1916, a apreensão de cerca de setenta barcos alemães que se encontravam então nos portos portugueses, acto que conduziu à declaração de guerra a Portugal e à nossa entrada efectiva no conflito bélico.

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As Coordenadas Líricas


FERNANDA BOTELHO
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1951
Edições Távola Redonda
1.ª edição
20,3 cm x 15,9 cm
56 págs.
exemplar muito estimado, ligeira sujidade na capa; miolo limpo
é o n.º 40 da tiragem extra de 196 exemplares assinados pela Autora
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de Fernanda Botelho (1926-2007), antecedendo em cinco anos a obra subsequente, O Ângulo Raso.

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Silêncio Pressentido


LUIZ DE MACEDO
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1953
Távola Redonda
1.ª edição
21,1 cm x 16,1 cm
80 págs.
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Além de co-director do periódico Távola Redonda, Luiz de Macedo – pseudónimo de Luís Chaves de Oliveira – colaborou no Diário da Manhã.

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O Coração e a Espada


ANTÓNIO MANUEL COUTO VIANA
pref. David Mourão-Ferreira
capa de António Vaz Pereira

s.l. [composto e impresso no Centro Gráfico de Famalicão], 1953
Távola Redonda
1.ª edição
21 cm x 16 cm
88 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
é o n.º 150 de uma tiragem extra de apenas 165 exemplares numerados
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do estudo introdutório da Mourão-Ferreira:
«[...] Couto Viana opta pelo inferno da irredutibilidade entre si e os ritmos vitais, já que não é possível aquela perfeita concordância que veementemente deseja. Esta dolorosa opção origina, na sua Poesia, ora uma atitude de ensimesmamento quase comodista [...], ora certa maneira irónica [...], ora ainda o tom grave e patético destes dois alexandrinos [«Tenho lábios de pedra (há dor nesta secura!) / E há rios a fluir, longe das minhas veias»] [...].»

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Noções Práticas da Arte de Encadernar


ZAIDA MANUELA DA LUZ MARQUES (VIOLETA DO MONTE)
pref. João Vicente de Oliveira Charrua
ilust. F. Pinho

Lisboa, 1938
Livraria Avelar Machado
1.ª edição
19,1 cm x 13,3 cm
72 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, novembro 20, 2017

Homens e Feras que Eu Vi



LEAL DE ZÉZERE
desenho de Máryo

Lisboa, 1951
Editorial Castor, Lda.
1.ª edição
24,6 cm x 19,5 cm
440 págs.
subtítulo: Vinte e Cinco Mil Quilómetros de Aventuras, Emoção e Maravilha
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO MÉDICO-ESCRITOR CELESTINO DA COSTA
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relato de uma aventurosa viagem de bicicleta por João Pires dos Santos Leal de Zêzere, que a si próprio se intitulava conde de Montefiorino, e que, iniciando-se em Luanda para terminar em Lisboa, tomou o rumo ascendente do interior do continente africano até ao Cairo e Alexandria, depois Damasco, Istambul, Atenas, Belgrado, Roma, etc. De grande interesse documental empírico acerca dessas terras e gentes.

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Ídolos e Escravos


LEAL DE ZÉZERE
capa de Manuel Ribeiro

Lisboa, 1942
Livraria Bertrand (deposit.)
1.ª edição
19,6 cm x 13,9 cm
190 págs.
exemplar estimado, capa esfolada, contracapa com alguns sinais de foxing; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Voluntario da Rotunda


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1910
Bibliotheca do Povo
[1.ª edição]
22,1 cm x 15 cm
100 págs.
subtítulo: Narrativa Historica da Revolução
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável, contracapa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Drama de Canto e Castro


MAURÍCIO DE OLIVEIRA
pref. Freitas Soares, general

Lisboa, 1944
Editora Marítimo Colonial, Lda.
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
196 págs. + 50 págs. em extra-texto
subtítulo: Um Monárquico Presidente da República
ilustrado em separado
exemplar estimado, restauros agressivos na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Em Defesa de uma Política Naval


MAURÍCIO DE OLIVEIRA
pref. Armando de Roboredo

Lisboa, 1960
Editora Maritimo-Colonial, Lda.
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
272 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História da Música Popular em Portugal


PEDRO DE FREITAS
pref. Luís de Freitas Branco, Raul Esteves, Constâncio Carrusca e Julião Quintinha
capa de João [Carlos]

Lisboa, 1946
Ed. Autor / Custódio Cardoso Pereira & C.ª (deposit.)
1.ª edição
24,1 cm x 16,7 cm
574 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Partindo da tradição de música popular de Loulé, o ferroviário autodidacta Pedro de Freitas (1894-1987) estende este seu importante estudo às várias filarmónicas do país.

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Novela Africana


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. Vasco (Olmo)

Lisboa, 1933
Casa Editora Nunes de Carvalho
2.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
256 págs.
exemplar manuseado, com restauros toscos na lombada, mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d’Albuquerque



JULIÃO QUINTINHA
FRANCISCO TOSCANO

Lisboa, 1935
Casa Editora Nunes de Carvalho
3.ª edição
2 volumes (completo)
18,5 cm x 12,3 cm
[340 págs. + 32 págs. em extra-texto + 1 desdobrável (grande formato)] + [312 págs. + 28 págs. em extra-texto + 3 desdobráveis (grande formato)]
ilustrados
boas encadernações em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro nas lombadas
aparados, sem capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

História da guerra movida pelos portugueses ao autóctone moçambicano Gungunhana nos finais do século XIX.

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Cavalgada do Sonho


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1924 [aliás, 1925]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora – Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
244 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura de referência para a vila de Silves, onde nasceu e chegou a dirigir o concelho, tendo sido operário e, depois, alfaiate estabelecido, veio a destacar-se como jornalista e como tal fez carreira, na República e, sob apertada vigilância das polícias, na Ditadura. Como escritor de ficção, pode enquadrar-se no neo-realismo sui generis que teve Ferreira de Castro por modelo.

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Imagens de Actualidade



JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição
19 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves estudos literários em torno de Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Gomes Leal, Wenceslau de Morais, Antero de Quental, Raúl Brandão, Camilo Castelo Branco, Fialho de Almeida e Eça de Queirós.

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Joan


MARGARIDA ZOZZI
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, s.d. [1962, seg. BNP]
s.i. [ed. autora ?]
1.ª edição
19 cm x 12,8 cm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Cisne Negro


THOMAS MANN
trad. Domingos Monteiro
capa de Manuel Correia

Lisboa, 1957
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
164 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] O Cisne Negro conta a história de uma mulher, viúva em idade crítica, mas ainda muito agradável, que se apaixona por um jovem e impetuoso americano de vinte e três anos. [...]
Sobre este tema – o drama eterno da mulher madura apaixonada por um jovem e que é o drama de Jocasta e de Fedra – soube Thomas Mann, ora com ironia, ora com apiedada indulgência, mas sempre com verdade, fazer uma subtil e ousada análise das reacções psíquicas e fisiológicas de Rosália von Tümmler. [...]»

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Autobiografia


G. K. CHESTERTON
trad. Luís de Sousa Costa
capa de José Escada

Lisboa, 1960
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,8 cm x 15,5 cm
404 págs.
colecção Círculo do Humanismo Cristão
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936), cristão ortodoxo (como a si próprio se intitulou), mas tentado pelo paradoxo e sublime no estilo literário, que lhe facilitava o apelo para retorcer tudo aquilo que abordava. Poeta, prosador, ensaista, dramaturgo, humorista, crítico literário, colunista nos periódicos londrinos de referência na sua época, foi uma praga para os políticos que então desordenavam o mundo. A rádio BBC contou com a sua verve aos microfones, desde 1931, a um ritmo de cerca de meia centena de intervenções anuais.

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domingo, novembro 19, 2017

Memorias para a Historia da Medicina Lusitana



JOSÉ MARIA SOARES

Lisboa, 1821
Na Typographia da mesma Academia [Real das Sciencias de Lisboa]
1.ª edição [única]
22,3 cm x 16 cm
2 págs. + XII págs. (rosto e Privilegio) + VIII págs. (Prefação) + 88 págs. [conf. vol. descrito por Inocêncio]
encadernação recente inteira em sintético com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante documento histórico contendo capítulos dedicados à medicina lusitana antes e depois da colonização romana, e após as invasões dos povos do Norte e dos árabes.
Segundo o Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860) de Inocêncio Francisco da Silva:
«José Maria Soares, Cavalleiro da Ordem de Christo, Bacharel formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, primeiro Medico do Exercito, Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa, etc. – Foi natural de Lisboa, e m. na flor da edade a 30 de Abril de 1822.
[As] Memorias para a historia da Medicina Lusitana [...] era a primeira serie de um trabalho, que a morte o impediu de proseguir. – Seu sobrinho Alexandre Augusto de Oliveira Soares tractou depois o mesmo assumpto de litteratura medica, e chegou a colligir as especies para a Memoria que apresentou á Academia [...]»

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Glórias da Medicina Portuguesa


EVARISTO FRANCO
ilust. João Carlos

Lisboa, 1949
Tip. da «União Gráfica»
1.ª edição
22,9 cm x 16,7 cm
384 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA)
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de quadros de história de clínicos, numa panorâmica que vai de Gil Valadares (1185-1265) a Miguel Bombarda (1851-1910), redigidos com a seriedade de quem consulta avultada bibliografia.

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Film en Couleur


SIDÓNIO MURALHA
FERNANDO LEMOS, ilust.

São Paulo (Brasil), 1981
Digital Gráfica ltda [ed. autores]
1.ª edição
texto em francês
21 cm x 15,1 cm
32 págs.
profusamente ilustrado a uma cor directa
texto impresso a azul
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta múltiplos carimbos do Centro de Estudos de Literatura Infantil – Departamento da Secção Nacional Portuguesa do IBBY [International Board on Books for Young People] e da biblioteca da Sociedade da Língua Portuguesa
peça de colecção
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos, Bichinhos e Bicharocos



SIDÓNIO MURALHA, texto
JULIO POMAR, ilustrações
FRANCINE BENOIT, música

Lisboa, 1949
[ed. Autores]
1.ª edição
23,5 cm x 17,9 cm
48 págs.
profusamente ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra infanto-juvenil, magnificamente desenhada por Pomar, a que a compositora e musicóloga Francine Benoit (professora da notável Maria João Pires e de Emanuel Nunes) acrescentou a sua arte, legando-nos a respectiva notação musical para canto e piano nalguns dos versos de Sidónio Muralha.
Grafismo documentado no catálogo do Museu do Neo-Realismo, Ilustração & Literatura Neo-Realista (Vila Franca de Xira, 2008).

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quinta-feira, novembro 16, 2017

Algumas Palavras a Respeito de Púcaros de Portugal


CAROLINA MICHAËLIS DE VASCONCELLOS

Lisboa, 1957
Revista ‘Ocidente’
nova edição [3.ª edição ?]
25 cm x 18,3 cm
104 págs. + 5 extra-textos (reproduções fotográficas)
exemplar como novo; miolo por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o texto:
«Tornando muito provável a tese de que púcaros e búcaros têm a sua pátria na Península, nos centros principais de arte árabe e mozárabe, onde na época luso-romana já existiam importantes olarias, debelo o dogma antigo das origens americanas, que me parece resultante de [...]», etc.
Investigadora, nomeadamente no campo da filologia, nascida alemã (tendo casado com o escritor Joaquim de Vasconcelos), foi, juntamente com Maria Amália Vaz de Carvalho, uma das mulheres mais cultas da sua época. O periódico Lusitânia – Revista de Estudos Portugueses, uma das publicações literárias de maior projecção nacional, teve-a como directora, mas será a militante pelas causas da emancipação feminina aquilo que as mulheres de hoje melhor recordam.

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Romances Velhos em Portugal – Estudos Sôbre o Romanceiro Peninsular


CAROLINA MICHAËLIS DE VASCONCELOS

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
2.ª edição
25,8 cm x 17,2 cm
12 págs. + 322 págs.
subtítulo: Publicados na revista «Cultura Española» (Madrid, 1907-1909)
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, novembro 15, 2017

Fado da Mouraria



NORBERTO DE ARAUJO
capa de Stuart

Lisboa, 1931
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,2 cm x 12,2 cm
352 págs.
encadernação editorial em tela encerada (Santos Enc.) com gravação a seco e a ouro nas pastas e na lombada
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Exilado de Bougie


NORBERTO LOPES
pref. João de Barros
ilust. Francisco Valença e Menezes Ferreira

Lisboa, 1942
Parceria António Maria Pereira
3.ª edição
19,3 cm x 13 cm
304 págs. + 50 págs. em extra-texto
subtítulo: Perfil de Teixeira Gomes
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a apaixonante aventura da vida daquele que terá renunciado a meio do seu mandato como Presidente da República pouco antes do golpe militar que instaurou em Portugal 48 anos de risível ditadura. «Era o reflexo da simpatia crescente, no exército e mesmo na opinião pública, por soluções autoritárias e pelos regimes de tipo mussoliniano (em Itália) e riverista (em Espanha)» – diz-nos Francisco Manuel Vitorino na História de Portugal em Datas (Círculo de Leitores, Lisboa, 1995). «Face aos ataques constantes dos anarquistas e da chamada Legião Vermelha (grupo parapolítico com filiação comunista), a burguesia, atemorizada, penderia para o lado de partidos e correntes de extrema-direita.»

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Legendas de Lisboa


NORBERTO ARAÚJO
desenhos de Martins Barata

Lisboa, 1943 [aliás, 1944]
Secretariado da Propaganda Nacional
1.ª edição
26 cm x 20 cm
224 págs.
profusamente ilustrado em todas as capitulares de entrada de capítulo, sendo impressas a negro sobre fundo amarelo
encadernação da época em meia-francesa com cantos em pele e elegante gravação a ouro na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
exibe o ex-libris dos condes do Bonfim colado no verso da capa
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dedicou-se o autor «[...] à carreira do jornalismo, onde em pouco tempo chegou a co-proprietário do jornal diário A Manhã. Foi aí que, em 1917, depois de breve passagem pelo jornal O Mundo, revelou todos os seus dotes no campo da crónica, da reportagem e da entrevista, dotes que evidenciaria, até morrer, no Diário de Lisboa.
Registe-se como digna nota, a actividade de ulissipógrafo [...].» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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O Pensamento Criacionista


LEONARDO COIMBRA

Porto, 1915
Edição da Renascença Portuguesa
1.ª edição
18,1 cm x 12,1 cm
224 págs.
subtítulo: Lições efectuadas na Universidade Popular do Porto em Abril e Maio de 1914
composto manualmente
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada
conservas as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas e carimbos de posse nas folhas-de-guarda e no frontispício
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Co-fundador da Renascença Portuguesa, por duas vezes ministro da Instrução Pública, «[...] Orador, professor e filósofo excepcionalmente dotado, deixou-nos a obra especulativa mais importante, original e removedora da primeira metade do século XX e formou um escol de discípulos – Newton de Macedo, Delfim Santos, José Marinho, Álvaro Ribeiro, Sant’Anna Dionísio, Augusto Saraiva e António Dias de Magalhães – cujo pensamento marcou decisivamente as mais recentes décadas.
O sistema filosófico criacionista, que veio desenvolvendo desde 1912, é uma forma pessoal de idealismo radicado numa noção aberta e dinâmica da razão e numa ontologia pluralista e ascendente, coroada por uma teodiceia de inspiração franciscana e cristã, que não exclui um fundo sentido cósmico.» (In Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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A Alegria, a Dor e a Graça [junto com] Do Amor e da Morte


LEONARDO COIMBRA
pref. Sant’Anna Dionísio
capa de Eduardo Malta

Porto, 1956
Livraria Tavares Martins
1.ª edição [nas Obras Completas]
19,5 cm x 14,4 cm
356 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do vol. I das Obras Completas de Leonardo Coimbra (1883-1936), edição ao cuidado de Sant’Anna Dionísio (1902-1991).

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terça-feira, novembro 14, 2017

História Social da Arte e da Cultura




ARNOLD HAUSER
trad. de Berta Mendes, Antonino de Sousa e Alberto Candeias

edição dirigida por Fernando de Abranches Ferrão
capa de Roberto Araújo
grafismo de Luís Moita

Lisboa, 1954 e 1958
Jornal do Fôro
1.ª edição
2 volumes (completo)
24,3 cm x 19,9 cm
[8 págs. + 612 págs. + 50 estampas em extra-texto] + [576 págs. + 36 estampas em extra-texto]
encadernação editorial com as capas de brochura espelhadas
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de estudo, de um pensador da esfera marxista para quem a Arte é vista, para além do lugar que lhe cabe na Estética, (também) nas suas relações sócio-económicas, nomeadamente pela influência que exerce no quotidiano dos homens. Ainda hoje é, e cada vez mais, um instrumento pedagógico útil.

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As Raízes do Ódio


GUILHERME DE MELO

Lisboa, 1965
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
17,9 cm x 10,6 cm
308 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da obra de consulta Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, de Manuel Ferreira (vol. 2, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977):
«[...] Guilherme de Melo, sobretudo no romance As raízes do ódio experimenta o registo do mecanismo da mentalidade de certos estratos laurentinos, os da pequena e média burguesia europeias, instalada na cidade, como contraponto a uma personagem (ou mais) de cor. Aparentemente o narrador dir-se-ia combater o racismo e as incompreensões e injustiças ao nível dos homens e da máquina oficial, mas o que subjaz, julgamos, é uma coisa diferente: a visão do narrador em salvar o que possa ser salvo. Noutros termos, à superfície drena-se o intento de serem encontradas formas sociais, políticas, culturais que possibilitem o reajustamento de uma sociedade em desequilíbrio e célere mutação, mas sob o signo da filosofia emblematicamente inscrita na “multicontinentalidade” e na “multirracialidade”. O sentido, afinal, seria este: um novo país (colónia) em velhas estruturas “reactualizadas”.
Falou-se, então, a propósito de algumas destas obras, de “paisagem africana”, como sendo uma das suas virtudes. Que paisagem africana? Hoje só pode ser entendido como um equívoco. [...] Estas obras [Manuel Ferreira refere-se também a escritores como Nuno Bermudes e Ascêncio de Freitas] não poderão ser postas de lado, até, como se disse, o seu nível estético as defende, mas a verdade é que se pretendermos ver nelas a África, o homem negro, o homem moçambicano, pouco nos dizem a esse respeito.
A grande revelação, porém, viria em 1964 com Nós matámos o cão tinhoso de Luís Bernardo Honwana. [...]»

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